27 de dezembro de 2007

ANO NOVO...NOVAS EMOÇÕES...QUERO ORGANIZAR UMA REUNIÃO DE TUPPERSEX ! COMO FAZER...





Se decidiste organizar uma reunião de tuppersex:

1- PARABÉNS! Não te vais arrepender.

2- Se és a anfitriã estes são os passos que precisas de saber para organizar na tua casa a vossa reunião:

3- Primeiro tens de reunir no mínimo 8 pessoas. Normalmente as reuniões são só femininas mas se quiseres que assistam amigos do sexo masculino por mim não há problema. Mas certifica-te que existe no grupo um grau de confiança que vos permita estar á vontade de maneira descontraída, algumas mulheres preferem estar só entre amigas.

4- Depois pensa num dia que todos possam para a reunião e se querem a marcação para a tarde ou para a noite.

5- Agora podes contactar -me. Se o dia que propões está livre na minha agenda, marcaremos uma hora. Se esse dia já estiver escolhido tentamos encontrar juntas outra data. Devido a este facto deves sempre tentar marcar a tua reunião com antecedência, especialmente se se tratar de uma surpresa de aniversário que querem fazer a uma amiga, uma despedida de solteira (...). A marcação com antecedência faz com que a sessão fique reservada para ti e para as tuas amigas.

6- As reuniões podem ser marcadas a qualquer dia da semana e duram cerca de 2 horas, ou um pouco mais. O melhor é que o momento da reunião aconteça sem pressa.

7- Escolhido o dia e a hora... já só vos falta esperar pelo grande dia.

Outras empresas que organizam estas reuniões, podem obrigar a uma compra obrigatória numa sessão mas nas reuniões que organizo as participantes não são obrigadas a qualquer compra mínima. Devido a este facto e para fazer face ás despesas de deslocamento e pelas duas horas de assessoramento, onde poderão colocar todas as tuas duvidas a uma especialista em sexologia, cada participante na reunião deverá pagar 5 euros, a anfitriã recebe o valor total correspondente ao número de participantes que deverá entregar-me no final da apresentação.

Como ofereces a tua casa não te incluis no valor a pagar como ainda poderás receber um presente conforme o sucesso da reunião.

Uma recompensa pela tua casa, e por teres organizado a sessão que prometo ser inesquecível.

Marcações pelo 962377046 ou pelo e-mail: vaniam@portugalmail.com

UMA EXPERIÊNCIA PARA O NOVO ANO!!!

23 de dezembro de 2007

Feliz Natal e Um Ano Novo Cheio de Sucesso...





A todos que me ajudaram, encorajaram e fizeram parte da minha Felicidade...
A todas as mulheres que já descobriram a Maleta Vermelha...
A todos os que me ajudaram a plantar as sementes que prentendo colher no proximo ano..
BOAS FESTAS e...BOAS VIBRAÇÕES!

18 de dezembro de 2007

SEXUALIDADE DURANTE O ENVELHECIMENTO. As vitimas do amor maduro.






De acordo com as projecções demográficas mais recentes elaboradas pelo Instituto Nacional de Estatística estima-se que a população idosa volte a duplicar nos próximos 50 anos, representando, em 2050, 32% do total da população.
Vários estudos comprovam que a maior parte dos idosos mantêm com alguma frequência relações sexuais com o/s seu/s parceiro/a. Brecher (1984 cit por Sousa et al., 2004). Revelam ainda que 75% dos homens e 61 % das mulheres com 70, ou mais anos, são sexualmente activos e estão satisfeitos com a sua sexualidade. Mas, de acordo com este autor a actividade sexual encontra-se muito diminuída, muitas vezes associada ao declínio da velhice e á percepção que os idosos têm das suas capacidades sexuais. Num estudo que realizei junto da população mais idosa, o comentário mais proferido pelos idosos em relação ao sexo foi: “-Com esta idade menina, o que é que isso interessa?” Por outro lado alguns idosos confidenciaram sentir-se muito sós especialmente por não terem a companhia de um parceiro/a, mostrando-se muito interessados na conquista. Partindo destes factos será então importante perceber melhor o que pensam os idosos da sua sexualidade e o que pensam os outros da efectividade entre pessoas mais velhas.
No meio institucional a relação entre idosos é quase sempre vista como uma perturbação ou demência, tal facto reflecte o pensamento esteriotipizado da sociedade que condena à ridicularização e descriminação as vítimas do amor maduro.Existe um preconceito generalizado em relação ás manifestações afectivas entre pessoas
mais velhas. Enquanto que os romances dos jovens casais são encarados como “normais” e pouco reprimidos, o mesmo comportamento é coibido ou ridicularizado nos idosos.
È frequente ouvirmos dizer frases do género “Olha lá, o velho gaiteiro a tentar engatar a rapariga nova”, esta expressão revela bem, o preconceito que existe, quando um homem mais velho se interessa por uma mulher mais nova. De acordo com as ideias globais da sociedade que nos envolve, este desfasamento relacional, apenas se justifica pela patologia, mais propriamente a demência, ou então pelo interesse, normalmente atribuído à mulher, anulando assim o valor inquestionável do sentimento amoroso.
Butler (1985) afirma que a negação da sexualidade após a idade madura é o reflexo do nosso medo de envelhecer e morrer, o que cede lugar a um preconceito que se chama “velhismo”. Este consiste na discriminação sistemática contra pessoas idosas na mesma dimensão discriminatória do racismo ou sexismo. Beauvoir (1986) refere que o homem não vive nunca em num estado natural, tanto na velhice como em qualquer outra idade, o seu estatuto é lhe imposto pela sociedade á qual pertence.
È possível observar a influência do contexto psicossocial sobre a sexualidade, na medida em que se traçam perfis diferenciados para comportamentos de acordo com as faixas etárias do ser humano. A sexualidade não pode ser entendida de maneira simplista. Ela provê-se de carinho, de proximidade, dos pequenos gestos que muitas vezes constituem a vivência da sua intimidade. A dificuldade em reconhecer a sexualidade nas pessoas mais velhas assenta-se em mitos que as pessoas vão construindo. É urgente sensibilizar a sociedade e os técnicos que trabalham com estas populações que a sexualidade não passa somente pelo coito, que passa pelo toque, pelo carinho, pelo afecto. É necessário sensibilizar que o desejo não tem idade e não conhece fronteiras e que as maleitas do corpo não são, por si só, castradoras do seu poder.


Estamos erradamente habituados a dar á sexualidade, o significado somente do acto sexual. Esquecendo-nos da diversidade de práticas que a compõe. Muitas vezes com o envelhecimento perde-se a capacidade para a prática da penetração nas relações sexuais tal facto pode ser explicado por inúmeros factores que originam as disfunções sexuais. Mas não deixa por isso, de haver manifestações providas de desejo e prazer, como o toque, o beijo, entre outras. Muitas vezes o que acontece é que há uma deslocação do foco de prazer. A partir de uma certa idade, as relações sexuais que incluem penetração diminuem à medida que a idade avança, como é o caso dos indivíduos maiores de 80 anos.
No estudo que realizei ouvi comentários como:
“Isto agora já não é como dantes...”“Isto agora é umas mexidelas e já está...”
“Damos uns beijinhos e ficamos agarradinhos...”

Esta ideia de sexualidade igual a relações sexuais, tem desvalorizado a sexualidade dos idosos, fazendo com que os próprios pensem que já não o podem fazer e que isso é coisa do passado ou para as pessoas mais novas.
Durante as entrevistas realizadas na minha investigação com 45 idosos institucionalizados verifiquei a necessidade que estes sentem da proximidade do parceiro/a e de como isso influencia a sua qualidade física.

Nas narrativas que escutei e nas lágrimas que vi acontecer, encontrei acima de tudo uma certeza, que o sexo pode deixar de existir enquanto prática e manifestação física, mas que o amor...esse pode ser para a vida...e isso é sem duvida o mais importante e ninguém... tem o direito de o negar.

8 de dezembro de 2007

PENIS RESTAURANT On the menu today: horse penis and testicles with a chilli dip




Situated in an elegantly restored house beside Beijing's West Lake, it is China's first speciality penis restaurant.

Here, businessmen and government officials can sample the organs of yaks, donkeys, oxen and even seals. In fact, they have to, since they form part of every dish - except for those containing testicles.

"This is my third visit," said one customer, Liu Qiang. "Of course, there are other restaurants that serve the bian of individual animals. But this is the first that brings them all together."


http://www.telegraph.co.uk/news/main.jhtml?xml=/news/2006/02/17/wfood17.xml

ANÚNCIO Fast Car, Small Penis

O PÉNIS...O TAMANHO IMPORTA?




São muitas as perguntas que me fazem acerca do tamanho do pénis. A maior parte dos homens apresenta uma grande preocupação em relação ao tamanho do seu pénis. Assim continuam a procurar de maneira perigosa, produtos e aparelhos para estimular o aumento do pénis.
Algumas destas aquisições feitas através de anúncios em jornais ou na Internet são perigosas e podem colocar em risco a saúde sexual dos homens, provocando-lhes problemas que podem ser irreverssíveis.
Para tirar duvidas consulte um especialista, deixo de seguida um texto* que pode ajudar a responder á questão…o TAMANHO IMPORTA?



O pénis anda a dar dores de cabeça a muitos homens portugueses, insatisfeitos com o tamanho do seu órgão sexual. Mas nem sempre por este ser demasiado pequeno: também há quem se queixe de o ter grande de mais.

O falo, principalmente o português, é a personagem principal do livro do urologista Nuno Monteiro Pereira, O Pénis - da Masculinidade ao Órgão Masculino, lançado pela editora Lidel, com o qual o leitor fica a conhecer vários estudos sobre a identidade, o culto e as características deste órgão.


Trata-se de investigações que revelam, por exemplo, como andam insatisfeitos alguns homens portugueses com o tamanho do seu órgão sexual, mesmo que em algumas situações não existam razões (ou seja, tamanhos) que o justifiquem. Outras há que as legitimam e exigem mesmo intervenções, do foro médico e psicológico.

Na sua pesquisa, Nuno Monteiro Pereira confirmou o mito popular que atribui um pénis maior aos homens de raça negra, já que estes possuem, em média, um falo com 11,90 centímetros, em flacidez, e 17,64 centímetros em estiramento (alongado).


Pelo contrário, o especialista deitou por terra "o mito popular de que os homens mais baixos possuiriam um pénis maior", pois os mais baixos contam com menos centímetros (também no falo) do que os altos, da mesma forma que os mais gordos "possuem uma dimensão peniana inferior aos homens mais magros".

Os pénis têm, contudo, muitos mais tamanhos e feitios. Há o micropénis (6,2 centímetros flácido e 10,9 centímetros em estiramento), o pénis pequeno (entre 6,3 e oito centímetros em flacidez e 11 e 13 cm em estiramento), o pénis normal (entre 8,1 e 11,7 cm em flacidez e 13,1 e 17,2 cm em estiramento), o pénis grande (entre 11,8 e 13,5 cm flácido e 17,3 e 19,4 cm em estiramento) e o mega-pénis, com mais do que 13,6 cm flácido e mais do que 19,5 cm em estiramento.


Existem pénis em Portugal com todos estes tamanhos. Contudo, apenas um por cento da população (cerca de 50 mil portugueses) possui um megapénis, e muitos gostariam de o não ter. Já pénis exagerados (cujo perímetro em flacidez ultrapassa os 11,6 centímetros) encontram-se em 4,8 por cento da população masculina (240 mil portugueses).

Nuno Monteiro Pereira esclarece que "o excesso de dimensão peniana tem alguns inconvenientes". "O coito entre uma mulher com vagina curta ou estreita e um homem com o pénis volumoso pode ser difícil e bastante doloroso, especialmente para a mulher", afirma.


Em alguns casos, existe uma relação directa entre o grande volume peniano e a disfunção eréctil e é nestes casos que os homens com megapénis recorrem ao médico com vista à correcção da anomalia. É, contudo, muito mais comum o recurso à medicina pelo motivo oposto: um pénis pequeno de mais. Para os médicos, no entanto, só o micropénis e o pénis pequeno é que tem morfologia anómala e devem, por isso, receber intervenção clínica. Em Portugal, existem 180 mil homens com micropénis (3,6% da população), enquanto 18,3% (915 mil) têm o pénis pequeno.


Nuno Monteiro Pereira deixa ainda neste livro outro número curioso: mais de um quarto dos homens adultos portugueses já mediu o pénis erecto.”

*Este artigo é da autoria de Sandra Moutinho, publicado do Jornal Diário de Noticias no dia 26 de Fevereiro de 2007
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