25 de abril de 2008
LIBERDADE Filme Porno Erotico pensado para MULHERES- CINCO HISTORIAS PARA ELLAS (ATENÇÃO contém imagens explicitas de sexo)
Num período em que a industria cinematográfica porno percebe que cada vez mais as mulheres procuram a pornografia, muitos realizadores começam a inspirar-se nas fantasias femininas para encontrarem argumentos para este público alvo tão exigente, surge então CINCO HISTORIAS PARA ELLAS, irigida por, Erika Lust engloba cinco películas escritas e dirigidas por Erika Lust, pensadas para mulheres e casais. O filme mostra cinco historias modernas, urbanas, atrevidas e explícitas, onde o sexo está presente de uma maneira natural e realista.
Com Sonia Baby, Eduardo Romo e Rafa García. Com a actuação especial de Nacho Corallini e Karyna. Um futebolista argentino que joga no Barcelona, é surpreendido pela sua esposa que o engana com outra mulher.
Filme vencedor do prémio de melhor filme para mulheres nos E Line Awards da Feira Vénus de Berlin e Prémio de Melhor Gión Espanhol do festival Cine Erótico de Barcelona 2007
DECLARAÇÃO DOS DIREITOS SEXUAIS - World Association for Sexual Health

No dia em que assinalamos um dia de Liberdade, deixo-vos a Declaração dos Direitos Sexuais para que todos possamos conhecer os direitos que todos temos em relação a algo tão intimo e nosso, a nossa sexualidade. Para que um dia esta liberdade se imponha à discriminação e à culpa, para que um dia possamos viver uma sexualidade protegida, feliz, sem medo, barreiras...
A Sexualidade é uma parte integral da personalidade de todo ser humano. O desenvolvimento total depende da satisfação de necessidades humanas básicas tais quais desejo de contacto, intimidade, expressão emocional, prazer, carinho e amor.
Sexualidade é construída através da interacção entre o indivíduo e as estruturas sociais. O total desenvolvimento da sexualidade é essencial para o bem estar individual, interpessoal e social.
Os direitos sexuais são direitos humanos universais baseados na liberdade inerente, dignidade e igualdade para todos os seres humanos. Saúde sexual é um direito fundamental, então saúde sexual deve ser um direito humano básico. Para assegurarmos que os seres humanos e a sociedade desenvolva uma sexualidade saudável, os seguintes direitos sexuais devem ser reconhecidos, promovidos, respeitados e defendidos por todas sociedades de todas as maneiras. Saúde sexual é o resultado de um ambiente que reconhece, respeita e exercita estes direitos sexuais.
1. O direito à liberdade sexual. A liberdade sexual diz respeito à possibilidade dos indivíduos em expressar seu potencial sexual. No entanto, aqui se excluem todas as formas de coerção, exploração e abuso em qualquer época ou situações de vida.
2. O direito à autonomia sexual, integridade sexual e à segurança do corpo sexual. Este direito envolve a habilidade de uma pessoa em tomar decisões autônomas sobre a própria vida sexual num contexto de ética pessoa e social. Também inclui o controle e o prazer de nossos corpos livres de tortura, mutilação e violência de qualquer tipo.
3. O direito à privacidade sexual. O direito às decisões individuais e aos comportamentos sobre intimidade desde que não interfiram nos direitos sexuais dos outros.
4. O direito a igualdade sexual. Liberdade de todas as formas de discriminação, independentemente do sexo, género, orientação sexual, idade, raça, classe social, religião, deficiências mentais ou físicas.
5. O direito ao prazer sexual. Prazer sexual, incluindo autoerotismo, é uma fonte de bem estar físico, psicológico, intelectual e espiritual.
6. O direito à expressão Sexual. A expressão sexual é mais que um prazer erótico ou atos sexuais. Cada indivíduo tem o direito de expressar a sexualidade através da comunicação, toques, expressão emocional e amor.
7. O direito à livre associação sexual. Significa a possibilidade de casamento ou não, ao divórcio, e ao estabelecimento de outros tipos de associações sexuais responsáveis.
8. O direito às escolhas reprodutivas livres e responsáveis. É o direito em decidir ter ou não ter filhos, o número e o tempo entre cada um, e o direito total aso métodos de regulação da fertilidade.
9. O direito à informação baseada no conhecimento científico. A informação sexual deve ser gerada através de um processo científico e ético e disseminado em formas apropriadas e a todos os níveis sociais.
10. O direito à educação sexual compreensiva. Este é um processo que dura a vida toda, desde o nascimento, pela vida afora e deveria envolver todas as instituições sociais.
11. O direito á saúde sexual. O cuidado com a saúde sexual deveria estar disponível para a prevenção e tratamento de todos os problemas sexuais, preocupações e desordens.
Retirado do site: http://www.worldsexualhealth.org
19 de abril de 2008
Advanced Masturbation um site muito diferente...

http://advancedmasturbation.com/
Um site exclusivamente sobre formas de masturbação, algumas confesso muito originais.
(este site contém imagens explicitas de orgãos genitais)
17 de abril de 2008
CONSULTA DE SEXOLOGIA FARO

É com enorme satisfação que faço parte do novo projecto da Clínica da Palmeira em Faro, este além de contar com inúmeras especialidades vai ter à disposição dos clientes uma área de formação e worshops entre eles alguns na área da Sexologia.
Esperamos uma visita breve! Prometo mostrar com brevidade as fotos no novo espaço Clinica da Palmeira bem perto da principal zona de comércio de Faro.
9 de abril de 2008
WORKSHOP GINÁSTICA VAGINAL

O curso de Ginástica Vaginal, compreende os exercícios de Kegel e a técnica do pompoarismo, esta última, incide-se numa técnica milenar com cerca de 3000 anos com origem no Oriente. A prática da ginástica vaginal tem como finalidade prolongar e intensificar o prazer durante o acto sexual e beneficiar a saúde do aparelho genital feminino. Ginecologistas e urologistas aconselham a ginástica vaginal.
Esta técnica :
Favorece os músculos da vagina, aumenta o prazer sexual feminino e masculino;Conteúdo do curso:
Previne a queda da bexiga;
Previne as perdas urinárias, incontinência;
Ajuda no momento do parto assim como a sua recuperação.
Mulheres referem ainda : diminuição das cólicas menstruais, diminuição da prevalência das infecções vaginais.
Anatomia do Aparelho Genital Feminino (30 minutos),Local do curso:
-Disfunções Sexuais Femininas (30 minutos),
-Apresentação Técnica da Ginástica Vaginal, Exercícios de Kegel e Pompoarismo (120 minutos).
Algarve (sitio a definir)
Fromadora:
Vânia Beliz
Especialista em Sexologia
Pela Universidade Lusófona de Lisboa
Atenção: Não há qualquer contacto intimo com as participantes e não há necessidade de retirar qualquer peça de roupa, os exercícios são apenas simulação que repetirá no conforto da sua casa.
FAÇA A SUA PRÉVIA INCRIÇÃO para vaniam@portugalmail.com
2 de abril de 2008
EPISIOTOMIA e a Sexualidade
"Todos os anos, milhões de mulheres em todo o mundo têm sua vulva e vagina cortadas cirurgicamente (musculatura vaginal, tecidos erécteis da vulva e vagina, vasos e nervos) sem que haja qualquer necessidade médica(1). Esse corte, chamado episiotomia, tem sido utilizado em centenas de milhões de mulheres desde meados do século XX, com base na crença de sua necessidade para facilitar o parto, e para a preservação do estado genital da parturiente.
A partir da metade da década de 80, há evidência científica sólida recomendando a abolição da episiotomia de rotina (redução do seu uso a no máximo 10-15% de casos), uma vez que para a grande maioria das mulheres, o procedimento ao invés de promover a saúde genital ou a do bebê, provoca danos sexuais importantes, dor intensa, aumenta os riscos de incontinência urinária e fecal, e leva a freqüentemente complicações infecciosas, problemas na cicatrização e deformidades, entre outros(2).
A maior parte das razões da persistência deste procedimento são baseadas em informações incorrectas. Alguns médicos acreditam que uma episiotomia protege o pavimento pélvico contra lacerações. Um estudo de 2005 publicado no Journal of the American Medical Association, bem como outros estudos recentes, provam que esse é um pressuposto incorrecto. Estas descobertas também mostram que não há evidencias de que um corte no perineo proteja os músculos pélvicos.
Outra razão frequentemente citada para a realização de uma episiotomia é a crença de que um rasgão natural cura-se mais lentamente do que um corte instrumental. Isto não é verdade. Um rasgão natural vai recuperar muito mais rapidamente. Rasgar é muito mais seguro do que cortar, de acordo com um estudo de 1987 feito por J.M. Thorp e outros médicos publicado na Obstet Gynecol.
A imagem que o discurso médico sugere é que, depois da passagem de um "falo" enorme - que seria o bebê - o pênis do parceiro seria proporcionalmente muito pequeno para estimular ou ser estimulado pela vagina(20). Isso poderia implicar numa autorização para que o homem procure uma mulher "menos usada" ou demande como alternativa o coito anal(21).
A necessidade masculina de um orifício devidamente continente e estimulante para a penetração seria então prevenida ou resolvida pela episiotomia, ou mesmo pela cesárea, preservando-se o estatuto da vagina como órgão receptor do pênis. No Brasil, prevalece um "sistema erótico" baseado nas noções de atividade-masculino e passividade-feminino. Essa ideia ratifica a teoria da vagina apertada ou frouxa (passiva, diante do falo que a estimula e é estimulado), em oposição à compreensão de vagina e vulva como órgãos activos, capazes de se contrair e relaxar, de acordo com a vontade feminina, pois são músculos voluntários(22).
Alguns estudos demonstraram é que as mulheres que rasgam naturalmente durante o parto, retornam à actividade sexual mais cedo do que as mulheres "cortadas" pelo médico ( Esta descoberta foi reportada por P.G. Larsson e outros médicos na edição de 1991 da of Gynecol Obstet.
Quando as mulheres têm acesso a informação e sabem que é possível ter uma vagina forte por meio de exercícios, elas passam a compreender que a episiotomia de rotina é uma lesão genital que deve ser prevenida e que elas podem recusá-la(25). Um dos recursos seria a adopção pelos serviços de saúde, no pré-natal e no parto, de um consentimento informado sobre episiotomia com base nas evidências científicas, para que as mulheres possam decidir sobre seu corpo, como já realizado em outros países.
Essa é a finalidade da Campanha pela Abolição da Episiotomia de Rotina no Estado de São Paulo, iniciada em 2003 que pretendem promover mudanças institucionais e de opinião pública para reduzir os índices de episiotomia desnecessária (lesão sexual iatrogência no parto), promovendo uma assistência ao parto menos agressiva e uma vida sexual mais satisfatória para mulheres (e seus parceiros)."
Retirado do link: http://www.mulheres.org.br/fiqueamigadela/episiotomia.html
Se está grávida fale com o seu médico, coloque-lhe as suas questões ele certamente poderá esclarecê-la e tranquilizá-la, o objectivo com esta "postagem" foi passar uma informação, certamente poderão existir opiniões que não estão em concordância com esta.
1 TOMASSO, Gisella (col.). ¿Debemos seguir haciendo la episiotomía en forma rutinaria? Revista de Obstetricia y Ginecología de Venezuela, Caracas, v.62, n.2, p.115-121, 2002.
2 COCHRANE COLLABORATION: consumer network. Disponível em: http://www.cochraneconsumer.com/. Acesso em: 2003.
20 CERES, GRUPO. Espelho de Vênus. Identidade Social e Sexual da Mulher. Rio de Janeiro. Brasiliense, 1981.
21 AUSTRALIAN BROADCASTING COMPANY. Transcript and further information for "Body of Knowledge". Disponível em: http://www.abc.net.au/quantum/scripts98/9825/clitoris.html. Acesso em: 2003.
22 DAVIS FLOYD, R. Birth as an American Rite of Passage.
24 TOMASSO, Gisella (col.), op. cit.
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