21 de julho de 2008

SIMPOSIO «O HPV, o colo do útero e a vulva»




Associação Portuguesa de Apoio à Mulher com Cancro da Mama (APAMCM) vai organizar, a 11 de Outubro de 2008, o simpósio «O HPV, o colo do útero e a vulva». A iniciativa decorrerá no Auditório Cardeal de Medeiros da Universidade Católica de Lisboa.

Com este encontro a APAMCM visa «contribuir para uma melhor informação à comunidade, profissionais e estudantes de saúde», facultando respostas a questões como:
Quais as causas do cancro do colo do útero e vulva?
Como prevenir a infecção HPV?
Como prevenir o cancro?
Como tratar?
Como minimizar as sequelas do cancro e tratamentos?


Programa


11 de Outubro de 2008, sábado
9:00 Sessão de Abertura
- Dra. Ana Jorge, Ministra da Saúde
- Dr. Pedro Pimentel, Coordenador Nacional para as Doenças Oncológicas
- Dra. Maria de Belém Roseira,Membro de Órgãos Sociais de I.P.S.S.
- Comandante Fernando Medeiros de Sousa, Comissão Organizadora da Mostra Saúde Lisboa
- Rotary Club Lisboa - Estrela
- Sra. Dra. Verónica Albuquerque Rufino, Presidente da Direcção da APAMCM


COLO DO ÚTERO
Moderador: Dra. Isabel Cabral, Directora Serviço Ginecologia, IPOLFG


09:30 Causas Cancro Colo do Útero
- Dra. Ana Matos, Ginecologista, Hospital Militar Porto

10h00 Epidemiologia de Infecção HPV e Cancro
- Prof.ª Ângela Pista, Virologista, Instituto Dr. Ricardo Jorge

10h30 Prevenção Primária
- Prof. Doutora Catarina Soares, Sexóloga, Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa

11h00 Debate

11h20 Pausa/Coffee-Break

11h40 Vacina
- Dr. Henrique Nabais, Ginecologia, IPOLFG

12h10 Rastreio e Tratamento Precoce
- Dr. Luís Vieira Pinto, Ginecologista, IPOLFG

12h40 Tratamento e Repercussão na vida da Mulher
- Dra. Isabel Riscado, Ginecologista, IPOLFG

12h55 Debate

13h00 Almoço livre


VULVA
Moderador: Dr. Henrique Nabais, Ginecologista, IPOLFG


15h00 Causas Cancro da Vulva
- Dr.ª Isabel Santana, Ginecologista, IPOLFG

15h30 Tratamento
- Dr.ª Ana Francisca Machado Jorge, Ginecologista, IPOLFG

16h00 Cirurgia Estética Genital Feminina
- Dr. Ângelo Rebelo, Cirurgião Plástico, Director Clínica Milénio

16h30 Debate

17h00 Encerramento
- Dr.ª Mafalda D`Assunção Matos, Responsável da Estrutura Formação APAMCM



Até dia 8 de Outubro
- 25 € por pessoa
- 20 € para os associados da APAMCM, alunos do ISLA e
ISPA, sócios da APF, OFICINA DIDÁCTICA e funcionários da SINASE (conforme protocolo firmado entre entidades)

Para mais informações:
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE APOIO À MULHER COM CANCRO DA MAMA

Av. Marechal Craveiro Lopes, n.º 1
(Colégio Doroteias) 1749-012 Lisboa
E-Mail: estrutura.formacao@apamcm.org
Fax: 217568910 | Tel. 217568911
www.apamcm.org

20 de julho de 2008

CURSO AFECTIVIDADE NA SEXUALIDADE PROF. DOUTOR PINTO DA COSTA





O IPNP – Instituto de Psicologia e Neuropsicologia do Porto tem o prazer de anunciar que em 19 e 20 de Setembro de 2008 irá realizar-se nas instalações do IPNP um curso ministrado pelo
Professor Doutor Pinto da Costa
subordinado ao tema “Afectividade na Sexualidade”, com a duração de 10 horas.


As vagas são limitadas. Para reservar a sua vaga, poderá realizar uma pré-inscrição só confirmada após o respectivo pagamento.


* Profissionais: 55€
* Estudantes: 45€ (deverá ser apresentado comprovativo de estudante no 1.º dia Curso).

Pagamentos: Os pagamentos serão feitos por numerário, cheque à ordem de IPNP ou via transferência bancária. NIB: 0018 0003 1745 1857 0202 3. (No caso de optar por transferência bancária, deverá enviar-nos o respectivo comprovativo para efectivar a inscrição.)


Inscrições


IPNP - Instituto de Psicologia e Neuropsicologia do Porto
Rua Alexandre Herculano, 371 - 2º esq. 4000-055 Porto.
T. 222 019 839 / 916 101 907
Url:www.institutopsicologiaporto.blogspot.com
e-mail: psicologia.neuropsicologia.porto@gmail.com

11 de julho de 2008

Avaliação da Satisfação Sexual em Mulheres portadoras de Fibromialgia




A fibromialgia caracteriza-se por dor generalizada pelo
corpo que pode ser acompanhada por fadiga, distúrbios
do sono, irritabilidade, bem como depressão.
As portadoras apresentam diminuição importante da
qualidade de vida, sendo mesmo comparadas a doentes
com doença pulmonar obstrutiva crônica. Com o objectivo de se fazer uma avaliação acerca da satisfação sexual das mulheres pacientes portadoras de fibromialgia, Costa EDGMM, Kneubil MC, Leão WC, Thé KB (2004), realizaram um estudo para melhor perceber a influencia desta patologia na actividade sexual feminina.

De entre as doenças musculoesqueléticas, a
fibromialgia vem ganhando destaque devido à sua alta
prevalência em consultórios de clínica geral e
reumatológicos.A fibromialgia é uma
dolorosa crónica, não inflamatória, caracterizada pela
presença de dor musculoesquelética difusa e múltiplos
pontos dolorosos ou “tender points” à palpação.Estudos mais recentes nos Estados Unidos
constataram que 2% da população apresenta
fibromialgia(15), sendo 80%-90% do sexo feminino, com
a média de idade variando entre 30-60 anos.
Sabe-se que há um grande prejuízo na qualidade
de vida em pacientes portadores de fibromialgia,
considerada inferior à de pacientes com outras doenças
reumatológicas, diabetes insulino-dependente ou
doenças pulmonares obstrutivas crônicas(20).
Dados preliminares de um estudo mostram que a satisfação
sexual se acha significativamente diminuída na FM,
comparada com indivíduos normais(21). No caso da FM,
uso de antidepressivos, bem como factores psicológicos
como ansiedade, depressão, distúrbios do sono e fadiga
podem contribuir para a diminuição da qualidade
sexual dessas pacientes.

Embora a satisfação sexual seja um importante
determinante na qualidade de vida, existem poucos
estudos que avaliem esse aspecto em pacientes
portadoras de fibromialgia, o que motivou a realização
do estudo.

Os resultados revelam; que as
pacientes com fibromialgia apresentaram menor
capacidade de obter orgasmo quando comparadas ao
grupo controle.
Houve modificação da actividade sexual (interesse,
excitação, orgasmo) nas pacientes portadoras de
fibromialgia quando comparadas com as mulheres do
grupo controle.
As pacientes portadoras de fibromialgia também
apresentaram uma tendência à necessidade de
estimulação/masturbação prévia, quando comparadas
ao grupo controle, que se aproximou da significância
estatística. Talvez por apresentarem modificação da
atividade sexual, mostraram-se com maior necessidade
de estimulação/masturbação prévia.
Quanto ao desejo sexual, evidenciou-se que no
grupo controle a minoria relatava fraco desejo,
enquanto nas pacientes com fibromialgia, um grupo
maior relatava menor desejo, número este que não
atingiu significância estatística, talvez pelo pequeno
número de pacientes entrevistadas.
Quanto ao grau de excitação, houve uma tendência das
pacientes com fibromialgia a apresentarem dificuldade quando
comparadas ao grupo controle. No que diz respeito ao
orgasmo, as pacientes com fibromialgia tiveram dificuldade
em atingir o orgasmo, além de não se mostrarem capazes de
atingi-lo sempre que o desejassem, havendo significância
estatística. Pode-se especular que esse fato poderia também
estar relacionado à dor, fadiga ou irritabilidade.




Avaliação da satisfação sexual em pacientes portadoras de
fibromialgia
Assessment of sexual satisfaction in fibromyalgia patients
Evelin Diana Goldenberg Meirelles Mariano da Costa1, Maximiliano Cassilha Kneubil2, Wanderson Correa Leão2
Karol Bezerra Thé2

8 de julho de 2008

A infidelidade conjugal ganha nova face...por Sharon Jayson



Antigamente sabíamos o que era infidelidade: fazer sexo com uma pessoa que não fosse seu parceiro. Mas o século XXI parece ter borrado essas linhas tão claras. Almoçar todos os dias com um colega de trabalho do outro sexo é uma infracção à confiança matrimonial? E um flirt na internet? Se não houver sexo, é realmente traição?


Essas perguntas surgem quando as pressões sociais e psicológicas desafiam antigas ideias enraizadas sobre a natureza da infidelidade. "Como sociedade, finalmente estamos chegando a um consenso sobre o que significa ser fiel", diz Douglas Snyder, psicólogo da Texas A&M University-College Station. "Não é apenas fazer sexo com outra pessoa."

Muitos psicólogos e especialistas em família dizem que a infidelidade hoje não tem a ver só com sexo, mas com confiança, traição e deslealdade conjugal, mesmo que o adultério não se concretize.
Eles acrescentam que os casamentos são mais vulneráveis hoje do que décadas atrás.
Em tempos económicos difíceis, os casais trabalham mais para pagar as contas, o que muitas vezes deixa pouco tempo ou energia para alimentar a relação.
Os filmes e a TV tendem a glamourizar os "casos" e fazem o casamento parecer insosso. E a internet oferece uma nova fronteira, com a pseudo-intimidade das ciber-relações, assim como um maior acesso à pornografia.

Além disso, pesquisas sugerem que as pessoas que têm casos extra-conjugais não são necessariamente infelizes com seus parceiros.


"As pessoas estão recebendo essa mensagem incrível de que se você não está tendo um certo tipo de sexo no estilo Hollywood há algo errado com você", diz a psicóloga clínica Sue Johnson, de Ottawa, Canadá.
Johnson, autora do livro "Hold Me Tight" [Me abrace forte], e o psiquiatra Frank Pittman estão entre os palestrantes da conferência Smart Marriages [Casamentos inteligentes], que começa na quarta-feira em San Francisco e incluirá sessões sobre casos extra conjugais
.

"Eu encontro pessoas que acham que todo mundo está pulando a cerca e que há algo errado com elas se também não estiverem", diz Pittman, de Atlanta. "As pessoas captam na média a ideia de que é uma coisa normal e que alguém que não esteja fazendo isso está perdendo as coisas boas da vida."


Um estudo feito no último outono pela firma de pesquisas online Insight Express descobriu que 89% de 1.000 adultos entre 25 e 65 anos acreditam que a monogamia é uma meta realista. Mas 75% dizem que o estilo de vida dos jovens astros de Hollywood é um mau exemplo e somente 26% acreditam que a televisão mostra os relacionamentos "sérios" sob uma luz positiva.


O especialista em cultura pop Gary Hoppenstand, professor de estudos americanos na Michigan State University em East Lansing, analisou comédias românticas dos anos 1950 e 60 e encontrou "a desintegração da família americana tradicional e o adultério como temas comuns".

Ele cita filmes como "O Pecado Mora ao Lado" (1955); "A Guide for the Married Man", "Divórcio à Americana" e "A Primeira Noite de um Homem" (1967); e "Bob & Carol & Ted & Alice" (1969) como exemplos de agressões ao casamento.

Os casos são mesmo comuns?

É difícil avaliar se os casos são de fato mais comuns ou apenas são discutidos com maior franqueza, especialmente à luz de reportagens na média sobre celebridades e figuras públicas que fazem parecer que a traição está na moda. As pesquisas sobre infidelidade baseiam-se principalmente em situções nas quais as pessoas falam sobre si mesmas, por isso elas podem ou não dizer a verdade; também podem discordar das definições como, por exemplo, se uma relação de uma noite conta como um "caso", ou se sexo oral é realmente sexo.

Os dados em grande escala mais recentes são da Pesquisa Social Geral realizada em 1998 pelo Centro Nacional de Pesquisas de Opinião da Universidade de Chicago. Ela revelou que de 2.169 pessoas que estiveram casadas em algum momento 17,9% relatavam infidelidade sexual.

Alguns pesquisadores dizem que hoje há uma probabilidade de 50% de que um dos parceiros tenha um caso durante o casamento. Isso inclui relações não-físicas.


Mas Snyder acrescenta que há um risco de subestimar a prevalência ou a aceitabilidade dos casos. "Quanto mais deixamos implícito que é uma coisa comum e que todo mundo está fazendo, mais se torna uma profecia que se auto-realiza", ele diz.


"A grande coisa que tornava os casamentos vulneráveis no passado era que esperávamos muito pouco, e hoje é que esperamos demais", diz Stephanie Coontz, directora de pesquisa do Conselho sobre Famílias Contemporâneas, um grupo sem fins lucrativos para pesquisadores e clínicos.


Essas expectativas concentram se no cônjuge como melhor amigo ou alma gêmea, o que aumenta a pressão sobre os parceiros e torna os casamentos mais vulneráveis, dizem os especialistas.

"Esperamos que uma pessoa nos dê o que toda uma comunidade costumava dar - vida familiar, estabilidade, apoio económico, um confidente, um amante apaixonado, viver aventuras -, tudo com a mesma pessoa", diz Esther Perel, uma terapeuta familiar e de casais de Nova York.


O casamento exige energia

Thomas Bradbury, do Instituto do Relacionamento da Universidade da Califórnia em Los Angeles, diz que a economia atual intensifica o problema. "Hoje temos duas pessoas que lutam poderosamente sob circunstâncias muitas vezes difíceis para manter seus casamentos", ele diz. "Mesmo que a dinâmica interna do casamento não tenha mudado tanto, se de repente as pessoas são menos capazes de gerar essa energia necessária os relacionamentos vão sofrer."

Os relacionamentos que envolvem uma ligação emocional, seja pessoalmente ou na internet, mas excluem seu marido ou sua mulher, podem ser território perigoso, diz Pittman, que está casado há 48 anos. Ele diz que aproximar-se de outra pessoa para suprir uma necessidade de intimidade "afasta você cada vez mais do seu casamento".

Essas ligações emocionais externas têm sido chamadas de "casos emocionais" - e um número crescente de pessoas casadas tem esses relacionamentos, segundo Ronald Potter-Efron, um psicoterapeuta clínico de Eau Claire, Wisconsin. Ele e sua mulher são co-autores de um livro sobre o fenômeno chamado "The Emotional Affair" [O caso emocional], a ser publicado em Janeiro.

Muita gente envolvida nesses relacionamentos afirma que seus cônjuges ficam enciumados irracionalmente, diz Potter-Efron, mas o outro diz que "simplesmente não parece certo".

Natalie James-Tapley, 37, de Miami, conhece essa sensação. Ela e seu marido se divorciaram há quatro anos, depois de uma série de separações. Ela acredita que estava emocionalmente envolvida com um colega de trabalho. "Se uma pessoa procura apoio emocional em outra, é uma espécie de traição", ela diz.


O bombeiro aposentado Pete Wright, 53, de Greenville, Carolina do Sul, acredita que "enganar a mulher ou o marido de qualquer maneira é procurar problemas, mesmo que não haja sexo na história".


Wright, que é casado há 25 anos, viu o que acontece quando o virtual se torna real: a mulher de um amigo teve um relacionamento na internet que levou ao divórcio, ele conta. "Tenho certeza de que começou como uma conversa amigável, mas com o tempo evoluiu para uma coisa que arruinou seu casamento."


Os casos no ciberespaço podem parecer seguros e administráveis, mas as pessoas podem se envolver mais do que pretendiam, dizem os pesquisadores. "Elas procuram algum tipo de contato ou conexão. Não estão necessariamente procurando ligação sexual", diz Peggy Vaughan, de San Diego, autora de "Preventing Affairs" [Evitando casos]. "O grande debate hoje é quão real é o virtual."

Ed Diener, um psicólogo e professor da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign e líder no campo de pesquisa da felicidade, diz que as pessoas procuram mais emoções hoje e podem achar que estão infelizes quando as coisas estão simplesmente bem.

Felicidade incompreendida


"Um número cada vez maior de pessoas não sabe o que é a felicidade"
, diz Diener, co-autor de "Happiness: Unlocking the Mysteries of Psychological Wealth" [Felicidade: desvendando os mistérios da riqueza psicológica], a ser lançado em Setembro.

"Costumávamos pensar que a felicidade era uma espécie de contentamento e satisfação com a vida. Hoje passamos a defini-la como uma espécie de grande excitação. 'Como vai?' 'Tudo óptimo! Super!' - essas palavras são extremas, mas hoje são uma resposta comum."

A necessidade de estímulo extremo pode ser um dos motivos pelos quais a pornografia online está se tornando mais um problema no casamento, segundo alguns.

Bill Maier, um psicólogo clínico da organização Focus on the Family, de Colorado Springs, dedicada aos valores familiares cristãos, diz que os telefonemas sobre pornografia feitos para o centro de aconselhamento do grupo duplicaram nos últimos cinco anos, pois a internet tornou mais acessíveis as imagens sexualmente explícitas.

Dois estudos de 1998 sobre as consequências do consumo prolongado de pornografia descobriram que para homens e mulheres a pornografia alimenta expectativas irreais sobre como devem ser o sexo e seus parceiros, deixando-os insatisfeitos de modo geral. Esses estudos foram publicados no "Journal of Family Issues" e no "Journal of Applied Social Psychology" muito antes de a internet ser usada amplamente.


Michael Leahy, de Herndon, Virgínia, diz que seu trabalho nos primeiros dias da indústria tecnológica facilitava o acesso à pornografia. Ele conta no livro "Porn Nation" como se viciou no assunto, o que, segundo ele, causou seu divórcio.

Quando ele sentia tensão ou stresse, "a pornografia estava sempre ali como uma droga que modifica o humor. E era algo que eu nunca compartilhava com minha mulher. Ela não tinha ideia de que eu fazia aquilo", diz Leahy, 50 anos.


Embora alguns especialistas afirmem ser capazes de tornar os casamentos "à prova de casos", Snyder, co-autor do livro "Getting Past the Affair" [Superando o caso], de 2007, diz que um fato não pode ser ignorado: "Na questão da excitação, o casamento não pode competir com um caso. Os casais precisam encarar a realidade de que a paixão e a excitação do romance, da flirt e da lua-de-mel não vão durar".

http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/usatoday/2008/07/06/ult582u836.jhtm

2 de julho de 2008

Este VERÂO A MALETA VERMELHA vai de férias consigo...






As assessoras da maleta vermelha estão por todo o país a promover um final de tarde ou uma noite diferente nas suas próximas férias.


Reúna um grupo de amigas e marque a sua reunião!


A partilha de experiências, que acontecem entre as participantes, faz com que se possam aperceber da quantidade diferente de práticas que pode haver na intimidade.

Reina a boa disposição, descontracção,curiosidade.

A maleta e a assessora entram, com a garantia que, depois daquele momento nada voltará a ser como dantes...


As reuniões de tuppersexo acontecem em todo o país, pois temos assessoras em quase todo o território nacional e ilhas.



Qualquer dúvida e marcações: www.amaletavermelha.com
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