Depois de um virus que fez umas férias no meu PC, volteiii e logo com este video tão expositivo.
23 de julho de 2009
15 de julho de 2009
ATREVA-SE A OFERECER-SE DE FORMA DIFERENTE

Não resisto a partilhar com vocês,este conceito que vem revolucionar o mercado da fotografia.
Helena e Ricardo prometem captar através da fotografia os seus melhores atributos o que permitirá que ofereça à sua cara metade o seu lado mais ousado e sensual.ATREVA-SE de certo que não se vai...arrepender, basta entrar no site e ver o quanto fantástico é o seu trabalho.
http://www.hrfotodigital.com/
13 de julho de 2009
FESTIVAL MEDIEVAL ERÓTICO GAIA
Deixo aqui um "miminho" para mostrar um pouco do que foi o I Festival Erótico Medieval.
Foram 4 dias fantásticos, além dos espectáculos, que não desiludiram, o melhor foi sem dúvida o convívio entre todos.
Pelas amizades que se proporcionaram e pelas experiências partilhadas, este é sem dúvida, um evento, a repetir.
Para mim que estive ao lado da Sensual Emotion, foi um momento ÚNICO. Obrigada pelo carinho dos clientes e visitantes.
www.sensualemotion.com
10 de julho de 2009
DE MALAS FEITAS A CAMINHO DO FESTIVAL EROTICO MEDIEVAL

Já temos as primeiras fotos do Festival Erotico Medieval que teve inicio ontem e decorrerá até o proximo domingo.
Já de malas feitas, estarei no espaço da SENSUAL EMOTION onde mostraremos os produtos sensuais mais recentes, se estiver por perto, deixo o
convite VISITEM-NOS...fica o link fotos para aguçar o desejo...
http://picasaweb.google.com/festivaleroticomedieval/FestivalMedievalErotico?feat=embedwebsite#5356544655883701026
SABER MAIS sobre a MULHER na IDADE MÉDIA...
Na época Medieval, o papel da mulher estava relacionado com a sua posição social. Assim, a mulher do povo tinha um papel activo, pois trabalhava nos campos (embora em tarefas mais leves), enquanto que a mulher da nobreza assumia um papel passivo, obedecendo ao pai ou ao marido, consoante a sua situação civil.
Mas, independentemente da sua posição social, todas as mulheres viviam subordinadas aos homens e tinham duas funções em comum: a lida da casa e a educação dos filhos. Era inaceitável que uma mulher interviesse política ou militarmente na sociedade, uma vez que estas eram consideradas funções masculinas.
A Igreja Católica assumiu uma posição particularmente ambígua e hipócrita, relativamente ao papel da mulher na sociedade. Se por um lado a comparava a Eva (representação do pecado), por outro, exigia que fosse uma mãe bondosa e carinhosa, assemelhando-a à Virgem Maria. Neste sentido, a mulher tinha que corresponder a um ideal de mulher caridosa, discreta, prudente e casta, senão seria considerada perturbadora da sociedade.
A mulher da nobreza assumia um papel preponderante na família. Como filha, limitava-se a acatar a vontade do pai que negociava o seu dote e o seu casamento (caso fosse a filha mais velha), pelas vantagens que lhe traria. Como esposa, teria que assegurar a linha de sucessão da família e era vigiada pelo marido, de modo a assegurar a legitimidade dos seus filhos. Só assumiam um papel mais preponderante gerindo propriedades e administrando os bens caso o marido fosse para a guerra ou falecesse. Já as filhas segundas não casavam, podendo permanecer na casa dos seus irmãos, se estes assim o permitissem, ou teriam que ir para um convento, tornando-se evangelizadoras ou copistas.
Em Portugal, a participação das mulheres da nobreza na política e na guerra era entendida como nefasta. Esta posição reflecte-se claramente nas cantigas de escárnio e maldizer, onde aquelas que pretendem traçar o seu caminho eram alvo de troça.
Quanto à mulher do povo, cabia-lhe tomar conta da casa e dos animais. Era também conhecedora de ervas para unguentos e emplastros, revelando-se aqui uma preocupação da mulher face à beleza e saúde. E, mais tarde, numa tentativa de anular o papel da mulher até da medicina popular, viria a ser considerada bruxa e alvo de perseguição por parte da Igreja Católica.
A mulher do povo que residia nos centros urbanos prestava serviços e comerciava, mantendo-se o carácter produtivo da mulher deste estrato social. No entanto, era alvo de discriminação, em relação aos homens, nos serviços prestados, onde era sempre menos remunerada ou recompensada.
À mulher do povo era vedado o acesso ao ensino universitário, pelo que o papel na educação dos filhos limitava-se ao ensino elementar (gramática e latim), dado que muitas mulheres da burguesia frequentavam o ensino elementar.
Desde o início da Idade Média até ao século XIX, verificou-se um anti-feminismo acentuado, em que o papel da mulher na sociedade se cingia essencialmente às funções de procriação, fidelidade aos maridos, lides domésticas e educação (embora precária) dis filhos. Estes parcos estatutod eram-lhes concedidos pelo pai, pelo marido e por uma instituição fundamental da sociedade medieval, a Igreja Católica.
Texto de Joana Recharte no blog http://alternativaequal.blogspot.com/
UGANDA PREPARA-SE PARA PROIBIR A MUTILAÇÃO GENITAL FEMININA
"0 Uganda está a ponto de aprovar uma lei para proibir a mutilação genital feminina, muito comum entre as tribos do leste do paíS."
De acordo com o que Deus fez, não há nenhuma parte do corpo humano que seja inútil", declarou o presidente Yoweri Museveni.
"Vocês interferem na obra de Deus. Alguns dizem que é cultura. Sim, apoio a cultura, mas vocês devem apoiar uma cultura que seja útil e baseada em informação científica", completou.
A mutilação consiste em geral na ablação do clítoris e, com frequência, dos lábios menores. Outra forma de mutilação é a infibulação, consiste na excisão completa com a ablação dos lábios maiores, com uma sutura completa para impedir o coito.
A mutilação genital é executada por crenças que vão desde que a mesma inibiria o apetite sexual "indesejável" em uma mulher até supostos benefícios de saúde ou higiene.
Entre 100 e 140 milhões de mulheres no mundo já foram vítimas da prática, segundo a ONU"
Noticia publicada:http://noticias.uol.com.br/ultnot/afp/2009/07/03/ult34u223770.jhtm
8 de julho de 2009
7 de julho de 2009
PORQUE É QUE AS MULHERES VÃO À CONSULTA DE SEXOLOGIA -Reportagem PUBLICO
Rikki Kasso. Foto
http://rikkikasso.com
Publicado no PUBLICO 06.07.2009, por Maria João Lopes
Muitas das mulheres que vão às consultas de Sexologia não têm vontade de ter relações. Mas existe o avesso: algumas mulheres sofrem por se sentirem demasiado excitadas e insatisfeitas, mesmo depois de terem dezenas de orgasmos.
Foi virgem para o casamento. Depois, descobriu um prazer "louco" com o marido. Tem sempre vontade de ter sexo e os orgasmos multiplicam-se. Nessa altura, o prazer transforma-se num inferno vertiginoso difícil de conduzir. Irene (nome fictício) tem 32 anos, é casada, tem filhos e diz sofrer com o seu apetite sexual. "Já me pus na cama a testar, a estudar o meu corpo. Começo a masturbar-me e posso ter 30 orgasmos. Às vezes, quando me levanto, até caio para o lado, de tão cansada que estou. Queria ver se isto tinha um fim...", conta. Diagnóstico: perturbação da excitação sexual persistente, um caso raro nas consultas de sexologia, uma vez que a maior parte das mulheres que procura ajuda sofre de falta de desejo, não de excesso.
"O que faz o diagnóstico de perturbação de excitação sexual persistente é o facto de as sensações de excitação sexual, para além de intensas e persistentes, não serem desejadas e provocarem sofrimento, tanto a nível emocional como físico, pois tornam-se desagradáveis e incomodativas", explica Graça Santos, psiquiatra na consulta de Sexologia dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
Apesar de sempre ter achado que era sensível, Irene - que já trabalhou numa fábrica e agora está desempregada - só se deparou com um clítoris insaciável aos 20 anos, quando se casou e começou a ter relações. Até lá, nunca imaginou o que iria sentir quando se deitasse com um homem. Gosta de realçar que a "primeira vez" foi com o marido e vice-versa. "Tenho imenso prazer com ele", frisa Irene, que há dois anos começou a ser seguida em consultas de Sexologia.
Este é, porém, um dos casos mais raros com que se deparam os especialistas. A moldura quotidiana é bem diferente: "Nas minhas consultas, só tive duas mulheres que apresentavam casos de perturbação da excitação persistente, para os quais não há tratamento eficaz. O dia-a-dia aqui é precisamente o contrário, é a ausência do desejo, o chamado desejo sexual hipoactivo", explica Graça Santos.
Pouco se sabe quanto às causas da perturbação da excitação persistente: "Pensa-se que terá a ver com causas hormonais, mas os doseamentos de hormonas têm-se mostrado normais", diz Graça Santos, acrescentando que algumas mulheres desenvolveram estas perturbações logo após terem deixado de tomar antidepressivos SSRI (inibidores da recaptação da serotonina). "Uma possibilidade é que seja a síndrome de abstinência destes fármacos a responsável pela perturbação. Mas em muitos casos não houve história de a mulher ter tomado estes fármacos", acrescenta.
Adição sexual
Mas o que distingue a perturbação da excitação persistente da adição sexual? Na adição, "embora depois dos actos possa haver arrependimento e auto-recriminações, a actividade sexual é vivida como um alívio imediato da tensão". "Pouco tempo depois, repete-se todo o processo de desejo, procura, actividade e alívio da tensão. Na perturbação da excitação sexual é ao contrário. Quanto mais se envolvem em actividade sexual, maior é o desconforto", diz a médica
Apesar de não haver uma definição consensual e de o próprio conceito de "adição sexual" não ser unanimemente reconhecido pela comunidade científica, pode dizer-se - de acordo com os especialistas que defendem que existe - que apresenta sinais idênticos aos de outras dependências. O sexo domina os pensamentos, o que faz com que a pessoa se mobilize em torno de um objectivo: a satisfação sexual. Depois de consumar o acto, e apesar de sentir gratificação sexual, a pessoa enfrenta também uma sensação de desânimo. Além disso, é habitual tentar esconder a actividade sexual que mantém e só reconhecer que tem um problema quando o emprego, a relação com a família, com os amigos e o casamento começam a ser prejudicados.
Há ainda outras perturbações na actividade sexual que surgem nas consultas e que têm que ser enfrentadas com terapia sexual ou fármacos. "Existem as perturbações do orgasmo. Há mulheres que têm orgasmos e têm uma vida sexual insatisfatória e mulheres que não têm e consideram satisfatório o sexo que praticam. Existe ainda a perturbação da dor sexual da qual é exemplo o vaginismo, uma reacção de defesa da mulher que pode ter que ver com experiências traumáticas durante a infância ou pode decorrer de radioterapia vaginal", diz Graça Santos. Neste último caso, as mulheres não conseguem introduzir nada na vagina e, por isso, não fazem exames ginecológicos nem sexo. "Temos casais que estão juntos há anos e nunca tiveram uma relação", conta.
Sobretudo no que toca a mulheres, a sexualidade parece não ser, de todo, um mecanismo simples de resposta a um estímulo.
Reportagem integral em: http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain2.asp%3Fdt%3D20090706%26page%3D6%26c%3DC
4 de julho de 2009
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