31 de agosto de 2009

PREPÚCIO, Sim, Não ?



Ainda existem muitas dúvidas sobre o que fazer quando o nosso filho apresenta fimose. Será necessária cirurgia, exercícios ou pomadas? Antes de explicar o que fazer diante de uma fimose, vamos saber exatamente o que isso significa.

O pênis é formado pela cabeça, chamada de glande, o corpo e a base (parte que fica junto ao corpo). Ele é revestido de uma pele chamada prepúcio que serve para proteger principalmente a glande, parte muito sensível do pênis. O prepúcio é retrátil, isto é, se puxarmos a pele em direção à base do pênis a glande ficará exposta.
A fimose é a dificuldade de expor a glande do pênis porque o prepúcio não retrai. Isso se deve pela aderência da pele na glande ou pelo anel do prepúcio ser muito estreito. A fimose em recém-nascidos é fisiológica, isto é, normal e regride espontaneamente.

Cerca de 90% dos meninos nascem com fimose: é a proteção natural da glande. Aos seis meses de idade, esse número cai para 20 % e aos três anos os números invertem-se: 90% dos meninos já não apresentam fimose.


Exercícios de retração à força da pele podem causar microtraumatismos, dor, inflamações e até sangramentos. A cicatrização dos microtraumatismos pode piorar a condição da fimose, já que a cicatriz leva a um estreitamento maior do anel do prepúcio.

Cuidados - Além disso, a dor pode fazer com que a criança não queira mais a manipulação dos genitais, criando na região um ambiente propício para infecções como as balanopostites (infecções do prepúcio e glande). A higienização do pênis do bebê deve ser realizada até a parte que consiga ser exposta, sem fazer muita força.

Se as infecções forem de repetição, por vezes, apenas um descolamento da pele com anestesia local tópica é suficiente para evitar novas infecções.

Quadros de infecção urinária, dificuldade de urinar, muito acúmulo de esmegma (substância esbranquiçada que aparece na região da glande quando a higienização não é adequada), infecções locais repetidas e fimose fibrótica (quando aparece depois de microtraumatismos) normalmente são casos onde a cirurgia é indicada.

A cirurgia da fimose, postectomia, é feita com anestesia geral e dura em média 30 minutos. A recuperação é rápida, a criança pode voltar às atividades em três dias, evitando brincadeiras que possam causar traumas nessa região pelo menos um mês (evitar jogar bola, correr, lutas, andar de bicicleta).

Creme - Há um outro tratamento a base de creme corticóide aplicado no prepúcio com algumas manobras indicadas pelo urologista que apresentam resultados satisfatórios.
A escolha do tratamento adequado da fimose para seu filho deve ser avaliada por um urologista. Qualquer dúvida sobre a formação ou aparência do prepúcio, glande ou freio do pênis do seu filhote, consulte o médico.



A presença de fimose não altera o desenvolvimento do pênis, por isso, a cirurgia não fará o pênis aumentar.


A circuncisão é como algumas religiões chamam a cirurgia de fimose. Elas fazem essa cirurgia rotineiramente em seus pequenos seguidores, logo que nascem.

A higiene da região da glande é muito importante para evitar infecções. Peça para o urologista ou pediatra do seu filho explicar como limpar essa região de maneira adequada.
Texto de :Bruno Rodrigues em:http://guiadobebe.uol.com.br

29 de agosto de 2009

POLIAMOR Blog Português sobre AMOR LIVRE






"É um grupo de discussão e apoio para pessoas que se interessam por e/ou praticam o Poliamor. Alguns dos membros interessam-se também por tornar activamente a sociedade mais amistosa para com o Poliamor em particular e para com a diversidade em geral."


Texto de Sophia

Tenho 23 jovens aninhos, o que faz de mim um dos mais novos membros do grupo. Descobri o poliamor quando tinha 18 anos, na minha primeira relação, que se mantém ainda hoje. Já tinha lido o famoso Um Estranho numa Terra Estranha, de Heinlein, mas não me tinha feito nenhum clique – vi tudo aquilo como normal, talvez porque fui criada de uma forma que me habituou a respeitar as escolhas de vida dos outros.

Quando me apaixonei, foi uma história algo caricata, e na primeira conversa um dos actuais companheiros fez questão de me deixar bem claro que era poliamoroso – muito embora nenhum de nós conhecesse na altura a palavra. Não me “assustei”, mas confesso que fiquei espantada – afinal, era realmente a primeira conversa, nunca tínhamos trocado sequer um casual bom dia.


Quando, cerca de um mês depois, começámos a nossa relação, nunca me passou pela cabeça outra coisa que não fosse respeitar aquilo que ele tinha tido o cuidado de me informar logo desde o início. Quem era eu, afinal, para tentar alterar a forma de viver dele? Resolvi experimentar. A teoria fazia sentido para mim, embora soubesse que só quando tomasse contacto com a prática ia perceber realmente se conseguia ou não viver assim.


Cerca de cinco meses depois, tive o primeiro contacto com a realidade. Não foi um contacto agradável – houve erros de parte a parte, a pessoa não era a mais indicada e não soube expressar de forma clara aquilo queria, de tal forma que só anos depois conseguimos perceber realmente as suas intenções na altura.

Foi duro. Não foi fácil, e eu chorei, e pensei em desistir. Parecia demasiado difícil viver aquilo, e não me sentia apoiada. Mas amava-o verdadeiramente, e por isso lutei. Acabei por ter momentos menos inteligentes, tanto aí como em outras relações ao longo do tempo em que se repetiram os mesmos erros. Desesperei várias vezes, pensando que não sabia se ia conseguir viver com tanta hipocrisia, com tanta falsidade.


Entretanto, conhecemos a palavra poliamor, conhecemos o grupo Poly Portugal, e crescemos. E, há pouco mais de um ano, surgiu uma nova pessoa. Com ela tudo foi, finalmente, senão fácil, pelo menos claro e límpido. Honestidade, finalmente. Respirei fundo, e foi mais fácil vivê-lo – embora continuasse a ter as minhas inseguranças, pelo menos sabia realmente com o que estava a lidar. Ela tornou-se não só fuck buddy dele, mas também amiga do coração. E isso foi bom.


O tempo foi passando, e ambos nos apaixonámos. Pela mesma mulher. Que também se apaixonou por nós. E agora somos três, o que faz de mim, segundo a minha irmã, alguém “muito à frente”. E somos felizes assim. Ainda não tivemos problemas, mas havemos de ter, claro. Não vivemos nenhum conto de fadas.

E pronto, esta é a minha história. A história de alguém que nunca teve uma relação monógama, embora nunca tivesse imaginado ter uma relação que não o fosse.


http://polyportugal.blogspot.com/ VISITE!

SEGUNDA FEIRA 31 de AGOSTO *TVI Programa Você na TV




E o meu mês termina em grande, tenho de admitir...

Dia 31 de Agosto, estarei no Programa da TVI- VOCÊ NA TV para abordar a reportagem da SÁBADO.


E lá vêm as borboletas na barriga, lol...

27 de agosto de 2009

HOJE na REVISTA SÁBADO






Confesso que cada vez que tenho a oportunidade de participar numa reportagem deste género fico tão orgulhosa que corro para partilhá-la com todos os que me lêm.

Esta semana a convite da SABADO respondi, conjuntamente com outros colegas, a uma série de questões que muitas pessoas não têm coragem para fazer.
Como dizem os amigos, é um SERVIÇO PÚBLICO, INFORMAR e NÓS ASSIM FAZEMOS.

Obrigada à SABADO em especial à Dulce e à Rita pela oportunidade e claro ao Vasco, pela foto (os programas de fotografia fazem milagres... ;-)


Hoje até sinto borboletas na barriga...

23 de agosto de 2009

LOL Filme de Liza Azuelos

~
Depois das mini férias, a sugestão de um filme...
Comédia adolescente francesa, “Rindo à Toa” tem levado milhões de espectadores aos cinemas europeus. O filme gira em torno de uma adolescente de 16 anos, Lola,o seu relacionamento com sua mãe (interpretada por Sophie Marceau) e com os colegas de colégio, um grupo de jovens de classe média alta de Paris que vivem às voltas com namoros e as tão actuais trocas de conversas pelo telemovel e internet.
Um filme sugerido pelo seu erotismo e pela forma como demonstra tão bem a actualidade no amor na adolescencia dinamizado pelas novas tecnologias..
Para quando em Portugal?



http://www.lol-lefilm.com/

18 de agosto de 2009

O CAMINHO DO PRAZER



A partir de 1954 o médico Willian h. Masters e a psicóloga Virginia e. Johnson começaram a trabalhar juntos num rigoroso programa de observação do clitóris, um pequeno órgão que se localiza acima do orifício da uretra da mulher. Os resultados foram publicados no livro "Human sexual response", entre outras obras. Neste livro, masters e Johnson abordam a complexa anatomia e fisiologia do clitóris e fizeram algumas considerações clínicas.


Anatomia

em termos gerais, o clitóris é formado por dois corpos cavernosos e uma glande, envoltos em uma densa membrana fibrosa que contém fibras elásticas e musculares lisas. O clitóris, assim como o pênis, tem um ligamento superior. Nele, inserem-se dois músculos pequenos, os isquiocavernosos.
A irrigação arterial do clitóris segue a mesma distribuição da do pênis, apesar da vascularização clitoriana ocorrer em vasos de menor calibre.

Tamanho

Um estudo dos pesquisadores Dickinson e Pierson, publicado no "Journal of American Medical Association", assegura que existem que existam variações notáveis na longitude do clitóris entre as mulheres.


Estimulação sexual

A primeira resposta pélvica à excitação é a lubrificação vaginal. Este material aparece nas paredes da vagina de dez a trinta segundos depois de qualquer estimulação sexual. A reação do clitóris, porém, não se produz tão rapidamente. A rapidez da resposta clitoriana vai depender se o estímulo for directo ou indirecto.
Considera-se direta a manipulação do próprio clitóris. Ao mesmo tempo, existem muitas manipulações indirectas, como o toque em outras zonas erógenas, a proximidade da penetração etc.


Fases do ciclo de resposta sexual

A resposta clitoriana à estimulação sexual é a tumescência (sinônimo de intumescer: inchar, aumentar de volume, crescer, enfatuar-se). Normalmente os tecidos que cobrem a pele do clitóris, quando não foram estimulados, se movem com facilidade sobre a glande, assim como o pênis não-ereto. Quando ocorre a excitação sexual, porém, a glande do clitóris aumenta de tamanho, de maneira que aqueles tecidos fiquem rígidos e se produza uma reação vasocongestiva.
A tumescência da glande do clitóris já foi confundida com a erecção peniana (do pênis) e chamada, erroneamente, de "ereção do clitóris". Até hoje, o estado total de ereção do clitóris só foi observado nos casos em que há hipertrofia do clitóris, mesmo em estado de repouso. Em geral, quanto menor o clitóris mais difícil é observar a tumescência. Apesar disso, alguns clitóris muito pequenos já mostraram aumentos considerados significativos e outros clitóris maiores não apresentaram tumescência tão grande.

- fase de platô
A reação fisiológica mais significativa do clitóris ocorre na fase de platô do ciclo sexual. O clitóris se retrai em sua totalidade e as estruturas anatômicas que adquirem maior importância nesta resposta fisiológica são os ligamentos suspensórios.
A glande e o corpo do clitóris retraem-se até a sua borda anterior. A glande, que em estado de repouso se projeta para fora, se retrai para ficar protegida pela pele. No estado pré-orgasmo, a longitude do clitóris já se reduziu em 50%.
A retração do clitóris que se produz nessa fase é reversível. Se, durante um alto grau de excitação sexual, a estimulação é reduzida ou falha, o clitóris retorna ao estado de repouso. Se a estimulação reaparece, a retração volta a acontecer.


- fase do orgasmo
não há nenhuma reação específica do clitóris nesta fase.


- fase de resolução
o retorno à posição normal de repouso ocorre de cinco a dez segundos depois do orgasmo. O relaxamento do clitóris ocorre num intervalo de tempo semelhante ao levado pelo pênis para voltar ao estado de repouso após a ejaculação.


Orgasmo clitoriano e vaginal
Há várias descrições na literatura de tipos diferentes de orgasmo. Haveria o orgasmo clitoriano e o vaginal. O próprio Freud chegou a fazer essa distinção no livro novas conferências introdutórias à psicanálise.
Do ponto de vista anatômico, porém, não há nenhuma diferença nas respostas pelvianas à estimulação sexual, qualquer que seja a área estimulada ou o tipo de estimulação feita.
A estimulação direta resulta de uma excitação manual ou mecânica do corpo cavernoso ou da glande do clitóris. A indireta se caracteriza por estímulos em outras zonas erógenas, como os seios. Além disso, o corpo do clitóris pode ser estimulado de forma indireta durante o coito.
Masters e Johnson chegaram à conclusão de que existem grandes variações na duração e na intensidade do orgasmo, dependendo da pessoa. Entretanto, quando uma mulher experimenta uma resposta orgásmica, a vagina e o clitóris reagem com um modelo fisiológico coerente. Por isso, o orgasmo clitoriano e o vaginal não são fenômenos biológicos separados.

Texto a partir de reportagem do Planetavida; retirado da reprodução do mesmo no site www.benditazine.com.br

12 de agosto de 2009

5 para a meia noite RTP2





O dia foi curtinho, confesso, para gozarmos este bem-estar proporcionado por tantos e-mails, mensagens e telefonemas.

Foi uma noite fantástica, a começar na recepção maravilhosa da equipa do programa.

O Fernando esteve no seu melhor, com aquele humor que todos lhe conhecemos e com uma pitadinha de pimenta para tornar tudo mais atrevido.

Os momentos altos foram: os brinquedos e a camisola que revelou: I AM SO...SENSUALEMOTION.COM
Concordam??

Pareceu um instantinho e lá estivemos uma hora e senti-me, confesso, como se lá pudesse ficar o resto da semana..
Mas o programa acabou e agora resta-nos a saudade e os registos de todas as manifestações de apoio e carinho que recebemos.



OBRIGADA!

HAVEMOS DE NOS VOLTAR A VER...

11 de agosto de 2009

MEXERICAR hoje no PROGRAMA RTP2 5 PARA A MEIA NOITE FERNANDO ALVIM



Pois é, é com entusiasmo que vos conto que logo irei estar presente no Programa da RTP2 onde falarei dos MEXERICOS DO SEXO.

Prometo que tem tudo para ser uma noite diferente e comigo vai estar ainda a minha amiga MADALENA PALMA!

Logo vai estar tudo de olhinhos na RTP2, certo?

Depois escrevam e contem o que acharam...até logo...

7 de agosto de 2009

Espanholas oferecem SERVIÇO DOMÉSTICO SEXUAL




"A crise econômica global pode estar ajudando a impulsionar uma nova modalidade de trabalho na Espanha, os serviços domésticos eróticos, que no país ganharam o nome de porno-chachas O trabalho é uma mistura de serviços de limpeza, cozinha, lavar e passar com aCtividades eróticas. No último mês foram oferecidos nos jornais e na internet mais de 750 mil anúncios de empregadas que oferecem o serviço. Apenas na última sexta-feira, 3.360 anúncios ofereciam propostas como "-Gostaria de conhecer mulher que goste de se exibir enquanto realiza tarefas domésticas? Pago por hora."

Ofertas como esta chamaram a atenção de especialistas em actividades relacionadas com a prostituição, como a ONG Amunod, que trabalha com projectos de reintegração social de prostitutas.


"Nunca vimos uma coisa assim. Estão inserindo ofertas de trabalho encobertas como serviço doméstico que incitam à prostituição.

Há pessoas aproveitando-se das pessoas necessitadas por causa da crise",
disse à BBC Brasil a presidente da ONG, Teresa López.
A Espanha é um dos países mais afetados pela crise econômica mundial, e a taxa de desemprego no país chega perto de 20%.
A Amunod foi a primeira a prestar queixa policial contra anunciantes dos serviços domésticos eróticos. A denúncia já provocou a retirada de vários anúncios em páginas de classificados e foi feita para demonstrar que os empregadores tentam explorar mulheres desempregadas com ofertas de prostituição.


Alguns anunciantes, inclusive, avisam que não pagam ou pagam pouco. Eles propõem casa e comida em troca de sexo ou que as empregadas façam os serviços domésticos com pouca ou nenhuma roupa, pagando 20 ou 30 euros por hora.


Segundo estimativas da Associação Espanhola de Prostíbulos, o novo serviço tem atraído principalmente mulheres espanholas que jamais haviam exercido a prostituição. "Isso para nós é um fenômeno surgido da crise.
Nos últimos 15 anos não tínhamos nem 5% de espanholas neste mercado e agora elas já representam 30%", disse à BBC Brasil o diretor da associação, Roberto Doval.

Ele afirma que a possibilidade de exercer a prostituição de forma livre e escondidas da sociedade faz com que muitas mulheres espanholas estejam aceitando mais a actividade de serviço doméstico erótico.

"Se soubesse da quantidade de casadas e com filhos que atendem a estes anúncios se surpreenderia. Mulheres que não conseguem pagar as contas no fim do mês e se vêm aflita. Em 30 anos neste negócio nunca tinha visto algo assim",


A prostituição movimenta cerca de 20 bilhões de euros (aproximadamente R$ 53 bilhões) por ano na Espanha, 2% do PIB nacional, segundo estatísticas do Ministério da Igualdade. Desde o fim do ano passado, o número de anúncios de prostitutas na imprensa e internet cresceu 50% mas, apesar do aumento na oferta, empresários da prostituição esperam queda de 40% nos lucros em 2009, como reflexo da crise mundial.
"

Noticia da BBC BRASIL em: http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/07/28/ult5022u2844.jhtm

6 de agosto de 2009

POLÉMICO: Sexo sem PRESERVATIVO faz bem à saúde mental, diz estudo




Professor universitário afirma que não usar proteção pode ter efeito antidepressivo.
As pessoas que fazem sexo sem preservativo têm, em geral, uma saúde mental melhor do que aquelas que se protegem durante a penetração vaginal. Essa é a polêmica conclusão de um estudo liderado pelo professor Stuart Brody, da Universidade do Oeste da Escócia.


Na pesquisa, Brody estudou o comportamento sexual de 99 mulheres e 111 homens de Portugal.
Cruzando as respostas dos voluntários sobre o prazer obtido pelo sexo e o tipo de método contraceptivo que usavam, o professor concluiu que o uso de camisinha estava associado a problemas na hora de lidar com o stress.

Segundo Brody, aqueles que faziam sexo sem preservativo eram capazes de lidar melhor com as situações stressantes, tomando atitudes mais maduras, o que lhes garantia uma melhor saúde mental.
"Quanto maior a frequência do uso de preservativo, independente da idade e da natureza do relacionamento, maior o uso de mecanismos imaturos de combate ao estresse", disse o pesquisador.

Brody faz uma crítica às campanhas de saúde que pregam o sexo seguro como forma de prevenir a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis, como a aids, e foi, por sua vez, criticado por pessoas ligadas à saúde pública.


O argumento de Brody baseia-se na teoria evolucionista: como o objetivo principal de qualquer indivíduo é perpetuar a espécie, fazer sexo sem preservativo seria uma vantagem, já que aumenta as hipoteses de reprodução. "A evolução não é politicamente correcta", disse Brody. "Entre uma ampla variedade de práticas sexuais, apenas uma delas (a penetração vaginal) está consistentemente associada a uma melhor condição física e mental e é exatamente aquela que será favorecida pelo processo evolutivo".
O artigo de Brody será publicado na revista especializada Archives of Sexual Behaviour.


Em carta a ser divulgada na mesma publicação, o pesquisador escocês diz que uma possível explicação para o resultado de sua pesquisa é que a troca de fluidos – impossibilitada pela camisinha – pode ter efeitos no combate à depressão e benefícios para o sistema imunológico.


Noticia em: http://www.cidadeverde.com/geral_txt.php?id=42237


Serão os portugueses pessoas conscientes?
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