14 de janeiro de 2008

ESTUDO: Macacos também pagam para ter sexo






Um estudo realizado em Singapura aponta que pagar por sexo não é uma prática exclusiva dos humanos. De acordo com os pesquisadores, macacos machos também pagam para ter relações sexuais, utilizando uma espécie de trabalho manual de limpeza como moeda de troca.

A descoberta é de Michael Gumert, da Nanyang Technological University, em Singapura. Ele estudou 50 macacos de rabo longo durante 20 meses em Kalimantan Tengah, na Indonésia.

Conforme o cientista, as fêmeas dessa espécie fazem sexo cerca de 1,5 vez por hora. Mas esse índice crescia para 3,5 vezes por hora imediatamente depois que a fêmea recebia o ato "caridoso" do macho em limpar e afagar-lhe os pêlos. Em geral, a fêmea escolhia se relacionar com o macho que se encarregava da limpeza.

E os macacos, quem diria, também agem de acordo com a relação entre oferta e demanda nesse caso. Se há muitas fêmeas na área, o custo pela relação sexual caía drasticamente. Com apenas oito minutos de trabalho, o macho já conseguía "comprar" sua fêmea.

Mas se não houvesse outras fêmeas ao redor, ele tinha que tirar lêndeas do pêlo da fêmea por pelo menos 16 minutos até conseguir iniciar a relação sexual.

De acordo com a revista "New Scientist", onde o estudo foi publicado, o trabalho reforça a teoria de que forças económicas podem explicar comportamentos sociais, inclusive entre os humanos.

Com informações da agência France Presse

SIDACTION

Uma sugestão de um visitante. O meu obrigada, aqui fica, realmente um dos melhores que eu também já vi ;-)

10 de janeiro de 2008

SALÃO ERÓTICO DO PORTO - 7 a 10 Fevereiro - Centro de Exposições da Alfândega do Porto












"Um consultório erótico, com consultas individuais ou por casal, será uma das atracções do Eros Porto/08, a primeira iniciativa do género que se realiza no norte do país, entre 07 e 10 de Fevereiro, anunciou esta quinta-feira fonte da organização.

Este consultório, onde poderão ser colocadas todas as dúvidas de forma confidencial, surge - segundo a empresa catalã Profei, organizadora do Salão Erótico do Porto - como uma forma de «contribuir para uma vivência saudável da sexualidade».

«O consultório erótico vai oferecer aos visitantes a possibilidade de colocar, sem medo e de forma íntima e confidencial, todas as suas dúvidas e questões», refere uma nota de imprensa divulgada pela organização do evento.

O Eros Porto/08, que decorrerá no Centro de Exposições da Alfândega do Porto, não se limitará, no entanto, a disponibilizar consultas, tendo também à disposição dos visitantes «actuações contínuas» dos melhores actores, actrizes e strippers, nacionais e estrangeiros.

O Club Bizarre, dedicado ao sadomasoquismo, e a Área Swingers, de acesso exclusivo para casais, são outras das atracções deste salão, que contará ainda com um Boulevard Erótico, onde estarão disponíveis as mais recentes novidades em artigos eróticos.

O salão contará ainda com um espaço denominado Sexy Chat, que pretende oferecer ao público «uma maior aproximação ao universo erótico». Neste espaço, os interessados poderão colocar, às actrizes, perguntas que lhes permitam «saciar toda a sua curiosidade, inclusivamente sobre os detalhes mais picantes».

Os visitantes do Eros Porto/08 poderão ainda assistir à produção de um filme para adultos, participar em reuniões de tuppersex ou em concursos promovidos pela organização. Quem estiver interessado pode ainda frequentar aulas de dança no varão ou simplesmente admirar exemplares de arte erótica."


Retirado do site http://www.portugaldiario.iol.pt

9 de janeiro de 2008

INFORMAR É UM DEVER...VIRAR AS COSTAS É...

Com o objectivo de informar : THE GIFTH bug chasers CAÇADORES DE DOENÇAS



Num periodo em que milhares de pessoas são involuntariamente vitimas de HIV...

The Gift foi um documentário realizado em 2005 por Louise Hogarth que mostra uma realidade pouco comum e desconhecida para a maior parte das pessoas, individuos que procuram voluntariamente outros para conseguirem contrair o virus da sida.

Porque um dos objectivos deste blog é informar, pareceu-me importante mostrar-vos este fenómeno que tanta polémica tem causado após a saída deste documentário para os órgãos de comunicação social.

Alguns estudos têm sido feitos sobre comportamento e as atitudes que levam as pessoas a considerar que ser portador de uma doença mortal é um presente e privilégio.
Conto ter com a máxima brevidade possível um esclarecimento de quem estudou o comportamento no continente americano e não deixarei de colocar aqui as suas conclusões.

Para pensarmos...
A Letter to Louise Hogarth from Dani
Spokesmodel, HIV Stops With Me
Los Angeles, California



Dear Ms. Hogarth:

My name is Dani. I’ve been hearing about your documentary from my peers and the community of HIV prevention and education I work in. So I decided a couple of weeks ago to stay up until 3am and watch your film on the Sundance Channel. I am writing you first and foremost to congratulate you on a very powerful and moving film. I taped it and watched it probably five or six times, crying over this tragic problem in our community. As a health educator, it deeply saddens me and also awakened me to realize that I have to work harder because of this. As a health educator and a registered nurse myself, I firmly believe that this is a very effective and valuable tool we can show and disseminate to the community in general to decrease the incidence of HIV and AIDS not only in the Los Angeles county but everywhere it is needed. Thank you so much for making this film. This film delivers a powerful punch to awaken everybody’s senses, to educate without ignorance and fear.

Sincerely,

DANI

3 de janeiro de 2008

RELAÇÕES NA INTERNET

INFIDELIDADE NA INTERNET- alieni tori violatio



Em algumas pesquisas que realizava na internet encontrei um artigo que me suscitou curiosidade por ser um tema muito actual e pouco refletido, por isso mesmo, parei para o ler e cá estão partes do mesmo. Para acederem ao texto completo aqui está:

http://br.geocities.com/visual_infor/materia_03.htm



"A sociedade global hodierna, fundamentada numa dinâmica caracterizada pela tecnologia de informação e pela busca de uma identidade global, tem lidado com um fenômeno cuja penetrabilidade em todas as esferas da atividade humana vem demandando uma reformulação de diversos conceitos pré-estabelecidos."

"Refletindo a dicotomia entre a heterogeneidade e a busca incessante pela equalização das diversidades sócio-culturais, a rede Internet constituiu-se numa das melhores e mais eficazes formas de comunicação, caracterizada pela interatividade e por uma fluidez incessante, proporcionando trocas contínua de realidades, valores e bens, permitindo-nos transpor aqui a concepção de Simmel acerca da vida à uma realidade virtual."

"Nesse diapasão, o homem cosmopolita, circunscrito a uma existência vinculada à concreção da melhor performance possível, tende a afastar-se parcialmente de sua condição natural de relacionamento com seus semelhantes, substituindo essa lacuna por um aparato tecnológico de intercomunicação. Dentre eles, a Internet é o mais interessante, possibilitando um contato intenso com pessoas em todo o mundo de forma fácil e interativa. "

"Ao se “esconder” atrás de uma máquina, se matizam as negatividades inerentes ao ser humano, dando-se margem a uma vida paralela e fantasiosa. Segundo uma especialista argentina em sexualidade humana, María Luisa Lerer, a Internet é estupenda, mas pode ser deformada pelas patologias de algumas pessoas que se sentem tentadas pelo anonimato."

"Longe de nos atermos aos aspectos psicológicos e antropológicos que não nos compete analisar, nossa pretensão é ressaltar uma situação cada vez mais comum, materializada diariamente através da troca de mensagens, seja ela realizada via e-mail, ICQ ou nas milhares de salas de bate-papo espalhadas na rede, em que pessoas protegidas por pseudônimos os mais bizarros, materializam suas carências, iniciando por vezes uma relação relativamente duradoura. "

"Pablo Gutierrez, encarregado de supervisionar os canais do portal argentino “Ciudad Internet”, afirma que o tema principal das conversas “on line” é o sexo: “en los canales ‘sexo’ y ‘sexo seguro’ la gente se reúne para conocerse, fantasear (...) Algunos empiezan en broma y terminan casados. Otros nunca se conocen”. Para a jornalista Viviana Gorbato, autora do livro “Amor y sexo en la Argentina”, o “chat” é tão cruel e direto quanto histérico: “es un juego masturbatorio donde la mayoría de las veces nunca pasa nada.”

"Em que pesem tais considerações, a problemática do tema se torna relevante ao tocar instituições sociais milenares como o casamento. Muitas vezes, por trás de um pseudônimo chamativo, está um homem ou uma mulher casada, que se beneficia da rede em busca de uma aventura digital, o que tem suscitado um curioso debate no mundo jurídico acerca da possibilidade de configuração do “adultério” na Internet."

"No decorrer do desenvolvimento das sociedades, o adultério sempre foi tema tratado com bastante relevância. A Lei Júlia, promulgada no tempo de Augusto, punia criminalmente essa conduta, admitindo inclusive a morte da mulher adúltera e de seu parceiro promovidas pelo pai daquela, quando colhidos em flagrante. Posteriormente, com Constantino, adotou-se a pena de morte.(...)"
"Etmologicamente, adultério significa ir para outro leito, consoante a expressão “ad alterum thorum ire”, consistindo na quebra da fé conjugal por qualquer dos cônjuges. Daí a clássica definição de Farinacius: o adultério é a profanação do leito nupcial; a violação à fé conjugal consumada corporalmente “alieni tori violatio”.
"Aspectos Penais :Para que se admita a configuração do crime de adultério na Internet, faz-se mister analisar o tipo objetivo. São duas as correntes de pensamento acerca do assunto. Alguns doutrinadores condicionam a ocorrência do adultério à existência da conjunção carnal, ou seja, do coito vagínico. Outros o admitem com a prática de qualquer ato sexual inequívoco (coito anal, interfemural, o “fellation in ore”, dentre outros). Segundo lembra Ângela Bittencourt, a jurisprudência à respeito da matéria mostra que não somente o rigorismo da conjunção carnal pode evidenciar a conduta do adúltero, como também as circunstâncias que levem a supor a prática do delito, se devidamente adequadas ao tipo penal."

"Tratando-se da possibilidade do adultério virtual, ao considerar-se a primeira corrente, mais rigorosa ao ater-se à obrigatoriedade da cópula, chegar-se-ia à conclusão da impossibilidade de realização do ilícito, visto que não existe qualquer contato físico, dada a distância que separa os dois “parceiros sexo-virtuais”, podendo inclusive estarem em países diferentes. Entretanto, ao adotar-se a tese da segunda corrente, mais flexível, que considera os atos inequívocos que levem ao prazer para a materialização do crime, poder-se-ia cogitar o adultério, pois são vários os meios na grande rede que possibilitam a realização do fim sexual, tais quais as já citadas salas de bate-papo, os chats, os e-mails, além da possibilidade de se incrementar a “troca sexual” por meio de câmeras digitais, que possibilitariam inclusive a identificação do parceiro."
"Somos da opinião de que se trata de um crime impossível. Mesmo considerando-se a tese pautada na prática dos atos libidionosos diversos da conjunção carnal, faltaria ainda um elemento primordial, ou seja, o co-réu, haja vista que não se comete o crime de adultério sozinho; trata-se de ilícito que exige o concurso necessário, ou ainda, de crime bilateral ou de encontro. No caso de utilização de uma câmera digital, ainda que haja a identificação visual dessa pessoa, fica difícil saber quem é, onde mora, etc."

"Há considerar-se contudo, que esse atos libidinosos atentatórios contra a ordem matrimonial, se não configuram o crime de adultério, constituem a violação do dever de fidelidade, causa motivadora do pedido de separação litigiosa. "

"Analisado o tema concernente à possibilidade de adultério na rede Internet, verificou-se tratar de questão relativamente simples na esfera penal, independentemente da tese que se adote para definir o adultério, visto que, ao se pautar na conjunção carnal ou na prática de atos libidinosos para configuração do tipo penal, ainda assim faltaria a identificação do co-réu. Já no âmbito civil, a questão assume proporções mais signficativas, ao considerar a materialização da infidelidade moral pela manutenção de um laço afetivo-erótico na Internet, ensejando não só a possibilidade de separação litigiosa, mas também a reparação de danos, cabendo ao juiz apreciar a gravidade da injúria para efeito de julgar a ação de separação litigiosa."


NOTA IMPORTANTE: Este texto resulta de um conjunto de excertos retirados directamente do texto acima referido.
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