14 de junho de 2010

Avaliação e Intervenção nas Disfunções Sexuais 22, 23 e 24 de Junho Das 18:30h às 22:30h


Caríssimos amigos estarei em Faro 3 dias para ministrar uma pequena formação na área das disfunções.
A formação decorrerá na PSIMAR

Objectivos:
Promover aos técnicos uma abordagem bio-psicossocial na área da saúde que trata dos problemas e disfunções sexuais em geral, a sexologia.
Promover a compreensão e intervenção nos principais problemas e disfunções sexuais.
CONTEÚDOS

1. A Sexualidade em Mudança, ontem, hoje e amanhã…
2. Anatomia e Fisiologia Masculina e Feminina
3. Principais Modelos explicativos da Resposta Sexual
4. Motivos que levam às consultas de Sexologia
4.1 Principais Disfunções Sexuais Masculinas
Quais são? Como ocorrem? Como intervir?
4.2 Principais Disfunções Sexuais Femininas
Quais são? Como ocorrem? Como intervir?
5. Intervenção com recurso ao material erótico.
6. A importância da Unidade Conjugal na Função e na Disfunção Sexual.

Preço
65€
(inclui Material de Formação e Certificado de Formação)
Condições e Certificação

Os formandos receberão, no final da formação, um Certificado de Formação sobre “Avaliação e Intervenção nas Disfunções Sexuais”

Inscrição confirmada após pagamento.
Solicite ficha de inscrição:
PSIMAR
Centro de Apoio Psicoterapêutico e Psicopedagógico, Lda.
Rua Miguel Bombarda, nº 27
8000-394 Faro
Tel/Fax: 289 829 033
E-mail: psimar.algarve@gmail.com

26 de maio de 2010

Convívio com pais homossexuais não influencia a orientação sexual dos filhos




Para especialistas, o convívio com pais homossexuais não influencia na
orientação sexual dos pequenos, que tendem a crescer mais tolerantes às
diferenças.
(Artigo brasileiro que passo a transcrever)

"Theodora era uma das 80 mil crianças brasileiras que vivem em abrigos à
espera da adoção. Em 2006, um casal se interessou pela menina e, depois de
cumprir todas as etapas legais, terminou por adotá-la. A história seria
apenas uma entre tantas que ocorrem nas varas da Infância do país não fosse
por um detalhe: em vez de um pai e de uma mãe, a garota ganhou dois pais.
Dorival Pereira de Carvalho Júnior, 47 anos, e Vasco Pedro da Gama, 38, de
Catanduva (SP), formam o primeiro casal homossexual do Brasil a adotar
oficialmente uma criança. A pequena Theodora, hoje com 8 anos."

"A maratona legal que os dois tiveram que concluir foi longa. Como não
existiam casos semelhantes, os dois, que estavam juntos havia 13 anos,
decidiram que o processo seria feito apenas em nome de Vasco. E assim nós
tivemos que cumprir toda a tramitação. Passamos por todas as entrevistas com
psicólogos e assistentes sociais, que visitaram nossa casa e atestaram que
nós tínhamos condições de cuidar de uma criança, conta o pai Vasco, como
é chamado pela garota. A nossa sexualidade foi levada em consideração pela
juíza e por todos que nos entrevistaram. Em nenhum momento alguma das fases
do processo foi facilitada. Nós tivemos que cumpri-las como qualquer outra
pessoa, completa."


Quando Theodora finalmente pôde ir para casa, começou um dilema na família:
como abordar a homossexualidade com a menina, então com 5 anos? Seguindo a
orientação de uma psicóloga. Inicialmente, o Vasco se apresentou como pai, e
eu como tio, conta Júnior. Mas logo nos primeiros dias, ela mesma
visualizou a situação e compreendeu que nós éramos casal e que, portanto,
ela tinha dois pais, explica. Dois ou três dias depois de ir morar com a
gente, ela chegou para mim e se referiu ao Júnior como meu outro pai. Foi
uma coisa que ela percebeu e assumiu com muita naturalidade, completa
Vasco.


Resolvida a questão em casa, o casal resolveu partir para outra batalha
judicial: incluir o nome de Júnior na certidão de nascimento da menina.
Outra decisão favorável permitiu que os nomes de ambos estejam em todos os
documentos de Theodora. Felizmente, nós nunca tivemos problemas. Ela nunca
sofreu nenhum tipo de reação na escola. Pelo contrário, alguns amiguinhos
até ficam com inveja e comentam que também gostariam de ter dois pais”,
brinca Vasco. “Nós deixamos tudo fluir com naturalidade, e isso a ajudou a
compreender nossa situação como uma coisa perfeitamente normal. Sempre a
educamos para perceber e respeitar as diferenças, acrescenta Júnior.


Uma das questões que surgem em relação à adoção de crianças por gays é se a orientação sexual dos pais pode influenciar os filhos a seguirem a mesma
orientação. No entanto, segundo Paige Averett, especialista em
desenvolvimento humano da East Carolina University, nos Estados Unidos, e
autora de uma pesquisa sobre sexualidade de crianças criadas em ambientes
gays, isso não ocorre. Os filhos de pais homossexuais não têm uma
probabilidade mais elevada de serem gays se comparados às crianças de pais
heterossexuais. E isso independe de eles serem biológicos ou adotados”,
conta a pesquisadora em entrevista ao Correio.


De acordo com Paige, essas crianças tendem a compreender como natural a
homossexualidade. Justamente por serem criadas em uma família gay ou
lésbica, elas veem isso como normal, afirma. Segundo a pesquisadora
norte-americana, outra tendência é que a experiência de ser criado por gays
ou lésbicas faça com que a pessoa aceite com mais facilidade diferentes
tipos de família. A maioria das famílias de gays e lésbicas têm um sistema
familiar muito forte, e amigos com núcleos familiares muito diferentes, como
casais sem filhos, casais multiétnicos ou adoção por pais solteiros. Assim,
as crianças crescem em torno dessa variedade e entendem que há um monte de
famílias diferentes, completa a pesquisadora.


A técnica judiciária Maria de Fátima Nascimento Gama, 45 anos, e a
professora Ivana Maria Antunes Moreira, 63, concordam plenamente com as
observações da especialista. Ivana é mãe biológica de Arthur, 21, e Érica,
23. Já Fátima é mãe de Lorena, 21. Na prática, no entanto, os cinco formam
uma grande família. “Quando eu e a Ivana nos unimos, nossos filhos mais
novos tinham apenas 1 aninho. Eles foram criados por nós e nunca tiveram
problemas para aceitar a nossa sexualidade, conta Fátima.


Ela lembra que a única dificuldade que tiveram foi com relação à
desinformação de outras pessoas fora do núcleo familiar. Nossos filhos
nunca sofreram preconceito, mas na escola eles foram questionados várias
vezes sobre quem era a mãe deles, e se eles eram mesmo irmãos. Ainda existe
certa curiosidade das pessoas sobre esse assunto”, conta a técnica
judiciária. Como eles foram criados desde pequenos sabendo que a nossa
família era diferente, também não tiveram problemas para lidar com isso.
Hoje, a Lorena já teve seu primeiro filho, e os outros dois estão na
faculdade. Nós vivemos como qualquer outra família, conta Ivana.
Temos os
mesmos problemas e as mesmas alegrias que qualquer um.


Entrevista


1) Filhos de pais gays tem mais tendência a se tornarem gays no futuro?
A literatura é bastante consistente neste tópico. Filhos de pais gays e
lésbicas geralmente tem mais experiências sexuais (hetero e comportamentos
homossexuais) e estão mais abertos a variação sexual. Quando adolescentes e
adultos, geralmente têm a mesma taxa e porcentagem de ser hetero / do que os
filhos de pais heterossexuais. Assim, os filhos de pais homossexuais não têm
uma taxa mais elevada de ser gay se comparadas às crianças de pais
heterossexuais (E isto é, independentemente de serem biológicos ou
adotivos).

2) Elas tendem a compreender a sexualidade dos pais? Há traumas nesse
sentido?


Sim, as crianças a compreenderem sexualidade dos seus pais como natural e
porque eles são criados em um lar gay, assim como as crianças criadas em
famílias heterossexuais veem isso como normal. Claro que a filhos de gay /
lésbica estão expostos na escola à idéia de que sua família é diferente dos
outros.

No entanto, a maioria das famílias de gays e lésbicas têm sistemas de apoio
muito fortes no lugar e tem grandes redes de familiares e amigos que muitas
vezes são muito diferentes (Adoção de pais solteiros, nascimento, gays,
lésbicas, etc.) Assim, as crianças crescem com e em torno de uma variedade
de estruturas familiares o que facilita elas a entenderem que há um monte de
famílias"diferentes".


3) Existe alguma idade em que a sexualidade deve passar a ser discutida?

A maioria dos especialistas acreditam que a sexualidade deve ser discutida
com as crianças com intencionalidade, conhecimento, a variedade e
naturalidade pelos pais. Muitas vezes, nos E.U.A. vemos que os pais esperam
até que as crianças estão adolescentes (e é muito tarde) para conversar
sobre sexo, muitas vezes, apenas se concentrando nos problemas e
dificuldades na sexualidade (DST, gravidez). Muitos especialistas acreditam
agora que as crianças devem ser criadas para serem informados sobre todos os
áreas da sexualidade - físico, emocional, relacional, cultural desde tenra
idade.

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/05/18/brasil,i=1929
56/JUSTICA+BRASILEIRA+MOSTRA+SE+FAVORAVEL+A+ADOCAO+DE+CRIANCAS+POR+CASAIS+GA
YS.shtml

25 de maio de 2010

CRONICA SEMANA SABADO: Perguntas das Crianças nas visitas às escolas




Com o ano lectivo quase no fim tem sido tempo de visitas às escolas, em que as crianças do 1º ciclo têm apresentado as suas dúvidas na área da sexualidade. Apesar de fazer parte dos currículos, muitos professores optam por abordar esta temática de forma muito leve ou, em alguns casos, nem falam destes temas.


Educar para a sexualidade é um terreno sensível que muitos não ousam atravessar, mas cada visita faz-me compreender a sua necessidade.



As crianças aguardam as respostas às perguntas colocadas, sempre recolhidas antecipadamente pelos professores. Muitas afirmam não receber qualquer esclarecimento por parte dos pais, dizem que são enxotados, com as típicas frases “Quando cresceres logo sabes...” “Ainda és muito pequeno...”. Mas a verdade é que a curiosidade não se esgota e, rapidamente as sessões são preenchidas por perguntas desejosas de respostas, que tento que se adeqúem ao seu conhecimento. Nestas sessões não existem perguntas certas nem erradas e tento encontrar a melhor resposta. Inicia-se o desbravamento das ideias e fantasias construídas e, num ápice, as sementinhas, lolós, pilinhas e sexo, transformam-se em óvulos, espermatozóides, vagina, pénis e coito, entre outras.

A maior parte espera com expectativa a explicação para a viagem das sementes - muitos sabem da existência do óvulo e do espermatozóide mas poucos sabem como se encontram...


Menstruação e gravidez são outros temas minados. A maior parte das meninas deste ciclo de ensino sabem que a menstruação existe mas não sabem porquê, acham-na má e abominável, consideram-na suja e repugnante acham que não vão poder fazer ginástica perguntando se dói muito. Desmistificada a situação, parece-me que percebem a sua importância e o privilégio de existir, o que me deixa satisfeita.

Quando chega o momento de abordar a questão da gravidez as perguntas multiplicam-se sendo notórios o interesse e o desconhecimento: querem saber como nascem, porque ficam na barriga nove meses, porque nascem com um qualquer problema, como é que eles se alimentam na barriga da mãe... Algumas são por vezes difíceis de perceber, como por exemplo: “Para que servem as bolhas ou aguarelas?!” que decifro como: bolsa de liquido amniótico.


As crianças estão desejosas de perguntar e de receber respostas. Têm sido frequentes as questões mais polémicas e discutidas nos meios de comunicação social, existem muitos temas que apenas se abordam perante o questionamento dos mais novos mas, enquanto uns ainda andam preocupados em perceber como viajam as sementinhas, já existem os que, da mesma idade, colocam questões pertinentes capazes de corar qualquer um, sendo necessária uma pausa para encontrar a melhor resposta… "Porque é que existem homens que engravidam? Porque é que os padres violam as crianças? Porque é que existem pessoas que fazem operações para ter outro sexo? Porque é que é preciso namorar para fazer amor?…"


Ninguém fica sem resposta às suas perguntas pertinentes… mas há aquelas que são muito difíceis de explicar…E hoje foi exemplo disso:
"Oh, Professora: já percebi as diferenças dos meninos e até como é que se fazem os bebés, mas só ainda não percebi o que é estar apaixonada, nem o que é o amor…" Porque ninguém tem resposta para tudo confesso que talvez a resposta não tenha sido a melhor, mas como foi das perguntas mais difíceis de responder lembrei-me das respostas à pais…


Quando fores crescida vais perceber… enfim… mas é uma coisa muito boa, especial e que serve para nos fazer felizes… não respondi, pois não?


Todas as semanas, aqui

21 de maio de 2010

1º ENCONTRO de Mulheres 29 MAIO LISBOA... de bem com a Vida!





Um encontro para mulheres inteligentes, despreconceituosas, descomplicadas... e de bem com a Vida!


Descomplicadamente sozinha, acompanhada ou em grupo... Todas seremos bem vindas num encontro que se pretende despreconceituoso, entre mulheres de bem com a Vida e que inteligentemente gostam de conviver e conhecer pessoas.

Se na nossa vida existe um homem verdadeiramente inteligente, poderemos convidá-lo para uma tarde diferente. Ele só irá aceitar se realmente o for ;)


Almoçar de forma descontraída e intimista, ao som de um pianista russo... Conhecer mulheres tão fantásticas como nós... Projectos ousados... Actividades enriquecedoras... Conselhos preciosos... Registos inesquecíveis... e surpresas valiosas.


Um espaço novo, onde se respira qualidade e bom gosto abrirá as portas para nos receber.


E para que nada se complique... reserve já a sua presença, pois a participação neste encontro é limitada a 100 participantes bem descomplicadas :)

Consulte os detalhes em: http://clubedescomplicado.blogspot.com/


Estarei presente onde realizarei um pequeno workshop muito informal
“COMO PODEMOS DESCOMPLICAR A NOSSA INTIMIDADE?"


"Este workshop permitirá discutir e partilhar, com as participantes, as melhores estratégias para evitar a rotina. De uma forma descontraída abordarem...os algumas questões que preocupam ainda muitas mulheres e algumas dúvidas que ditam tantas vezes a insatisfação complicando assim a nossa sexualidade."

20 de maio de 2010

Investigadoras Portuguesas apresentam resultados das suas investigações "Maioria das portuguesas está muito satisfeita sexualmente"



Metade das mulheres portuguesas masturbou-se regularmente na adolescência e cerca de um terço continua a fazê-lo para lidar com o stress. Entre as que têm uma relação estável, 55% revelam-se altamente satisfeitas com a sua vida sexual.


Estas conclusões resultam de duas investigações que visavam aprofundar o conhecimento sobre a sexualidade das portuguesas e foram apresentadas no 10.º Congresso da Federação Europeia de Sexologia,que se realizou na passada semana na cidade do Porto.


O estudo conduzido por Sandra Vilarinho, que envolveu 497 mulheres em relações estáveis, concluiu que mais de metade se sente muito satisfeita no que diz respeito ao prazer sexual, sendo o bem- -estar na relação conjugal determinante para 25% das inquiridas. Seis em cada dez tiveram desejo ou interesse sexual "quase sempre" ao longo do mês anterior ao inquérito. A autora concluiu que as mulheres sexualmente mais satisfeitas revelam maior autoconfiança, alegria e serenidade.

Ana Alexandra Carvalheira teve como principal objectivo compreender a ligação entre masturbação e a resposta sexual das mulheres, um tema que tem sido pouco estudado (...) Para isso, a sexóloga desenvolveu um inquérito, distribuído por correio electrónico, que foi respondido por 3687 portuguesas, com uma média de 29 anos, maioritariamente com formação superior e de orientação heterossexual.


Trata-se de uma amostra não representativa da população portuguesa, mas que serviu para perceber melhor os comportamentos e as atitudes face à masturbação, uma prática associada a um funcionamento sexual satisfatório, designadamente por facilitar o orgasmo e interacções mais gratificantes com o parceiro. A investigadora sublinha que a masturbação significa melhor saúde sexual.


Entre as inquiridas, um quinto nunca se auto-estimulou durante a adolescência, 27% disseram que raramente o fizeram e metade respondeu positivamente (com alguma e muita frequência). Relativamente à última vez que tal aconteceu, um terço referiu ter sido na semana anterior.

Os resultados quanto às razões que levam as mulheres a masturbar-se incluem dados curiosos: 31% usam-na para aliviar o stress, 20% para ajudar a dormir, 13% quando têm muita actividade sexual e 8% quando não têm parceiro. A procura de prazer sexual é, porém, a motivação da grande maioria (65%).


Se é verdade que três em cada quatro se sentem bem e relaxadas depois da auto-estimulação, também é significativo que 10% reportem sentimentos de culpa e 15% de vergonha, o que significa, na perspectiva da investigadora, que a masturbação é percepcionada como estigmatizante.

Retirado daqui

De Volta!



Quero pedir desculpa pela ausência!Estou a preparar uma serie de eventos que vão acontecer por isso tenho estado um pouco distante mas estou de volta, com muitas novidades!

(Foto by My Moments)

4 de maio de 2010

CRÓNICA SABADO : Sexo: As dores que não se vêem... existem





Teresa entra na consulta desanimada… após uma pequena conversa, tão necessária para colocar à vontade os pacientes, Teresa confessa-se perdida e incompreendida.


O motivo que a fez procurar-me é um que faz parte da vida de muitas mulheres que se distanciam da vida sexual, sem que os parceiros as consigam compreender.

Teresa fala de dores, de muitas dores pelo corpo, que lhe matam o desejo e a têm afastado da actividade sexual… descreve detalhadamente todos os fármacos que toma e, entre analgésicos, ansiolíticos e anti-depressivos, pouco espaço há para que a resposta sexual funcione.


Infelizmente, as doenças reumáticas, afectam cada vez mais mulheres dificultando as suas actividades diárias, entre elas, a vida sexual.


Mas, porque as dores não se podem ver, ela chorou porque não é fácil explicar que dói hoje, que doeu ontem e que doerá amanhã, porque qualquer movimento é doloroso.


Existem muitas teresas que precisam ser escutadas e compreendidas.


É importante, nestes casos, incluir os parceiros nas consultas para que percebam que “as dores que não se vêem” existem e podem causar um sofrimento e cansaço tais que o afastamento acontece. É também preciso ouvir as angústias destes companheiros que tantas vezes se sentem rejeitados.


Existe uma tristeza muito grande associada a estas doenças, mas podem haver estratégias que ajudem: é importante, por exemplo, ajudar os casais a encontrarem posições confortáveis que não exijam tanto esforço e que permitam uma relação confortável – a posição “lado-a-lado” é muitas vezes aconselhada mas depende de cada queixa e problemática; depois, existem formas de aliviar e relaxar o corpo – são aconselhados os banhos quentes e as massagens com óleos aquecidos antes de se entregarem às carícias.


Acima de tudo, é importante que o casal saia da consulta a saber que, apesar das limitações, existem pequenas soluções que podem ser colocadas em prática e que desistir não é solução.


Muitas vezes, por falta de entendimento, existem muitos casais que se afastam havendo companheiros que não entendem o afastamento e, queixas constantes de cansaço e dor por parte das parceiras.


As doenças reumáticas são quase sempre incompreensíveis e, na cama, podem transformar-se num silêncio mortal para o relacionamento e para o coração.


O afastamento devido à incompreensão pode muito bem ser, para muitas teresas, uma dor muito maior…
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