"Os espermatozoides da mosca da fruta" há coisas fantasticas não há? Nunca mais vou olhar para as moscas da fruta com os mesmos olhinhos, depois de terem servido para tão importante investigação, lol
"A genética não estava na lista dos fantasmas da reprodução quando Woody Allen escreveu no seu filme O ABC do Amor, de 1972, a parte O que é que acontece durante a ejaculação?, na qual a caricatura do cérebro de um homem, que mais parece um quartel-general, se prepara para uma relação sexual. Além da culpa religiosa, na forma de um padre, ter tentado dar cabo da erecção ao homem, um espermatozóide interpretado por Woody Allen temia um desfecho indigno para a sua vida, caso ficasse preso num preservativo, descobrisse que o seu dono estava a ter uma relação homossexual ou a companheira tivesse tomado a pílula e não houvesse óvulo para fertilizar. "
Mas um problema mecânico bastante mais simples poderia provocar um falhanço semelhante: o espermatozóide interpretado por Woody Allen poderia ter a cauda "partida" e, assim, não conseguiria nadar até ao alvo. Na vida real, esta pode ser uma causa de infertilidade com origem genética, de acordo com os resultados de uma equipa de cientistas do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC), em Oeiras, que descobriu o processo de formação das estruturas que dão mobilidade à cauda (o flagelo) dos espermatozóides da mosca-da-fruta. Os resultados foram publicados nesta segunda-feira na revista Developmental Cell.
"Existem algumas células no corpo humano que se distinguem das outras por formarem estruturas que se parecem com caudas e que abanam, explica Mónica Bettencourt Dias, líder da equipa do IGC e autora do artigo. Os pulmões, por exemplo, têm células à superfície com cílios, que servem para expulsar partículas nocivas. No caso dos espermatozóides, como não estão presos a nada, este movimento permite às células sexuais masculinas moverem-se até ao óvulo e fecundá-lo.
A equipa da investigadora estudou moscas-da-fruta que tinham uma mutação no gene que comanda o fabrico da proteína BLD10. "Estas moscas eram completamente estéreis", revela a investigadora. E na origem desta esterilidade está a estrutura que dá a mobilidade à cauda do espermatozóide e permite que ele nade.
O grupo de Mónica Bettencourt Dias dedica-se a estudar o esqueleto das células - um importante "órgão" que, entre várias coisas, é responsável por separar correctamente os cromossomas durante a divisão celular, para que cada célula fique com os 23 pares no final da divisão, nem mais, nem menos.
Uma das estruturas deste citoesqueleto são os microtúbulos: tubos finíssimos que se formam pela acumulação de pequenas proteínas esféricas. Além de fazerem a separação normal dos cromossomas durante a divisão das células, os microtúbulos são responsáveis pela formação dos flagelos nos espermatozóides e dos cílios nas células dos pulmões.
No caso dos espermatozóides da mosca-da-fruta, estes microtúbulos formam um flagelo com dois milímetros, o que é 40 vezes maior do que o humano. A equipa, que inclui também cientistas do Instituto de Tecnologia Química e Biológica, em Oeiras, descobriu que o início da formação do flagelo acontece numa fase muito primária do desenvolvimento dos espermatozóides e está intimamente ligado à proteína cuja produção é comandada pelo gene BLD10.
O flagelo "tem um centro que coordena o movimento, para que este seja correcto", explica a investigadora. Esse centro é formado por dois microtúbulos, que por sua vez estão rodeados por outros nove que fazem uma circunferência. Com experiências feitas por Zita Carvalho Santos e imagens de microscopia electrónica obtidas por Pedro Machado, a equipa percebeu que é a proteína do gene BLD10 que permite o crescimento e a estabilização do primeiro microtúbulo central e, depois, num segundo momento, permite o crescimento do segundo microtúbulo.
"Quando a proteína não está lá, não se forma nem o primeiro, nem o segundo microtúbulo", diz Mónica Bettencourt Dias, explicando que estas duas peças são centrais parao movimento dos espermatozóides. "Um flagelo [sem as duas estruturas da zona central] é como uma roda sem eixo." No IGC, a equipa vai agora tentar perceber como é que esta proteína funciona exactamente.
Ainda não se estudaram os homens inférteis com uma mutação na variante humana deste gene. "É importante perceber isto."
Artigo da autoria de Nicolau Ferreira, original aqui
14 de agosto de 2012
10 de agosto de 2012
Noticia no PUBLICO: Esqueçam O Sexo e a Cidade, o que está a dar é o sexo na aldeia
Esqueçam O Sexo e a Cidade, o que está a dar é o sexo na aldeia
10.08.2012 10:15
Por Luís Francisco
A sugestão é deixada pelo jornal americano The Huffington Post: em vez de O Sexo e a Cidade, vamos lá olhar para o Sexo na Aldeia. A olímpica, está bem de ver. A cada quatro anos, o tema dos contactos íntimos entre os habitantes desta comunidade multicultural volta à tona.
Misto de viagem de finalistas e resort de férias, o ambiente nas instalações reservadas aos atletas não podia ser mais convidativo ao despertar de paixões: há visuais e comportamentos para todos os gostos; gente bonita pouco vestida por todo o lado, um sentimento geral de euforia.
Para muitos, a concentração mantém-se até ao final das provas. Outros entram na onda. E oportunidades não faltam, pelos vistos. A guarda-redes da equipa de futebol feminino dos EUA, Hope Solo, resume a coisa numa frase: "Há muito sexo [na Aldeia Olímpica]." E, para que não restem dúvidas, o nadador norte-americano Ryan Lochte avança números de "praticantes": "Eu diria 70 a 75% dos olímpicos."
Usando a velha expressão utilizada para Las Vegas, é comum ouvir-se que "o que acontece na Aldeia, fica na Aldeia". Mas, à medida que o sexo se vai tornando um assunto menos tabu e alguns dos que beberam da fonte olímpica vão saindo do activo (desportivo, esclareça-se), as histórias começam a aparecer. Dificilmente saberemos detalhes de Londres 2012 nos tempos mais próximos, mas esperem uns anos... Para começar, com um total de 150 mil preservativos distribuídos pelos organizadores, um recorde olímpico já foi batido.
No seu número de Julho deste ano, a revista ESPN The Magazine recorda a odisseia do atirador norte-americano Josh Lacatos nos Jogos de Sydney 2000. Quando a sua participação acabou, mandaram-no entregar as chaves do seu edifício e regressar a casa. Mas Josh sabia que o melhor estava para vir e, com a conivência da empregada, sabotou a fechadura. A palavra espalhou-se: havia quartos livres na Aldeia Olímpica.
Lacatos instalou-se no rés-do-chão e, logo na primeira noite, alguns membros da equipa de atletismo dos EUA ocuparam os outros andares. Na manhã seguinte, Josh viu sair, juntamente com os rapazes americanos, toda a equipa feminina da estafeta de 4x100m "de um país com ar escandinavo". Foi só o início. "Nunca na vida assisti a tal deboche."
Nem sempre o pessoal de apoio se limita a uma solidariedade passiva, como se depreende do relato feito à CNN por um antigo sprinter, que chegou ao ouro numa das suas duas participações em Jogos. Ele lembra-se de, em Atlanta 96, ter ido à cafetaria com o seu colega de quarto. As raparigas do balcão insinuaram-se de imediato. "Quiseram dar uma volta connosco." Na verdade, não chegaram aos quartos. Havia helicópteros a vigiar de cima com holofotes. "Nós estávamos debaixo das árvores."
Nem sempre existiu esta facilidade de contactos. Veteranos dos anos 70 e 80 do século passado recordam - provavelmente com pena... - um clima bem menos propício ao contacto entre atletas, restritivo na mistura de sexos, complicado em termos de infra-estruturas. A verdadeira revolução sexual olímpica iniciou-se nos Jogos de Barcelona 1992.
É muito difícil resistir... mesmo que alguém quisesse. A judoca americana Ronda Rousey, que competiu nos jogos de 2004 e 2008, explica ao jornal britânico The Mirror como tudo isto é natural. "Uma data de gente bonita, vinda de uma série de países diferentes, na melhor forma física das suas vidas... e todos juntos numa aldeia. O único conselho que posso deixar é: usem preservativo!"
E há tanto por onde escolher... Louras, morenas, asiáticas, africanas, altas, pequeninas. Nadadores, ginastas, jogadores de pólo aquático, sprinters, canoístas. Ser fiel é muito complicado. Que o diga o lançador norte-americano Breaux Greer, que recordou à ESPN The Magazine uma fase particularmente animada da sua presença em Atenas 2004: todos os dias, era visitado por três mulheres - uma consagrada varista, uma barreirista poderosa e uma turista escandinava "muito talentosa".
Em suma, a Aldeia Olímpica é um local "mágico, onde tudo pode acontecer". "Podemos ganhar uma medalha de ouro e ir para cama com um tipo mesmo sexy", resume a esquiadora dos EUA Carrie Sheinberg, a quem um dia dois elementos da equipa alemã de bobsled propuseram trocar as suas medalhas por favores sexuais. Ela recusou, até porque o namorado também estava nos Jogos - e também tinha ganho uma medalha.
Ver a noticia original
7 de agosto de 2012
Quem me vai levar e ler nas férias? PONTO QUÊ?
Prazer. Qual é a palavra que vem imediatamente à cabeça quando se fala em prazer?
Num mundo em que o direito à felicidade é elementar e inquestionável, a procura do prazer é hoje uma constante da vida. Numa sociedade livre e emancipada, a satisfação sexual é fundamental para o bem-estar físico e emocional.
Mais do que apenas um guia sobre o prazer no sexo, PONTO QUÊ? Revela-nos os Quês do complexo e fascinante mundo da sexualidade feminina.
Porque antes de falar de prazer, é preciso falar de desejo, e de todos os outros ingredientes que compõem a receita da satisfação sexual.
Com um estilo directo, acessível e bem-humorado, Vânia Beliz, psicóloga especialista em Sexologia, ajuda-nos a evitar as armadilhas mais comuns, identifica problemas e soluções, derruba os eternos mitos, e sugere-nos técnicas, truques e fantasias. Como se escutasse as nossas dúvidas e anseios, leva-nos à descoberta de uma sexualidade mais plena e satisfatória.
Num mundo em que o direito à felicidade é elementar e inquestionável, a procura do prazer é hoje uma constante da vida. Numa sociedade livre e emancipada, a satisfação sexual é fundamental para o bem-estar físico e emocional.
Mais do que apenas um guia sobre o prazer no sexo, PONTO QUÊ? Revela-nos os Quês do complexo e fascinante mundo da sexualidade feminina.
Porque antes de falar de prazer, é preciso falar de desejo, e de todos os outros ingredientes que compõem a receita da satisfação sexual.
Com um estilo directo, acessível e bem-humorado, Vânia Beliz, psicóloga especialista em Sexologia, ajuda-nos a evitar as armadilhas mais comuns, identifica problemas e soluções, derruba os eternos mitos, e sugere-nos técnicas, truques e fantasias. Como se escutasse as nossas dúvidas e anseios, leva-nos à descoberta de uma sexualidade mais plena e satisfatória.
2 de agosto de 2012
Depilação e Intimidade...
Várias vezes sou questinada sobre a influência da depilação na nossa intimidade. Quando defendi a minha tese uma colega , Ana Sofia Vicente, apresentou um trabalho interessantissimo com o titulo "Variações estéticas da depilação do velo púbico feminino: motivos determinantes, impacto erótico e repercussões sobre a auto-estima", porque é um tema que nos interessa especialmente em plena época de Verão, aqui fica o resumo desta investigação.
" Actualmente, a depilação púbica feminina é uma realidade na sociedade ocidental. Deste modo e visto não se verificarem investigações sobre o tema em Portugal, a presente investigação que contou com a participação de 35 mulheres e 30 homens teve por objectivos identificar os motivos que levam as mulheres
heterossexuais a efectuarem a depilação púbica, conhecer os motivos identificados pelos homens heterossexuais que levam a mulher a recorrer a esta prática depilatória, conhecer o desenho púbico actualmente mais utilizado pelas mulheres e identificar o formato referido como o mais interessante pelo género masculino para as mulheres em geral e para a sua parceira sexual em particular (desenho que ficaria
bem e o que gostariam de ver). Os resultados indicaram que as mulheres, na sua maioria,
recorrem à depilação púbica, nomeadamente, para agradarem a si próprias. Os homens referiram como principal motivo para a depilação púbica feminina o facto das mulheres quererem agradar o parceiro sexual. O triangulo e o moicano são os formatos mais utilizados pelas mulheres. O recorte mais interessante para o género masculino, assim como o que ficaria bem e o que gostariam de ver na parceira sexual passa por um recorte artístico, o moicano."
Retirado daqui
Curiosos para saber o que é o estilo moicano? Aqui fica essa e outras sugestões...(retirado daqui)
" Actualmente, a depilação púbica feminina é uma realidade na sociedade ocidental. Deste modo e visto não se verificarem investigações sobre o tema em Portugal, a presente investigação que contou com a participação de 35 mulheres e 30 homens teve por objectivos identificar os motivos que levam as mulheres
heterossexuais a efectuarem a depilação púbica, conhecer os motivos identificados pelos homens heterossexuais que levam a mulher a recorrer a esta prática depilatória, conhecer o desenho púbico actualmente mais utilizado pelas mulheres e identificar o formato referido como o mais interessante pelo género masculino para as mulheres em geral e para a sua parceira sexual em particular (desenho que ficaria
bem e o que gostariam de ver). Os resultados indicaram que as mulheres, na sua maioria,
recorrem à depilação púbica, nomeadamente, para agradarem a si próprias. Os homens referiram como principal motivo para a depilação púbica feminina o facto das mulheres quererem agradar o parceiro sexual. O triangulo e o moicano são os formatos mais utilizados pelas mulheres. O recorte mais interessante para o género masculino, assim como o que ficaria bem e o que gostariam de ver na parceira sexual passa por um recorte artístico, o moicano."
Retirado daqui
Curiosos para saber o que é o estilo moicano? Aqui fica essa e outras sugestões...(retirado daqui)

Independentemente da forma, a maior parte dos homens refere, gostar da zona sem muitos pêlos, mais agradavel à vista e considerado mais higiénico, para terror dos colegas da ginecologia que defendem a importância do pelo na zona genital. Independentemente dos prós e contras, eu já estou munida para o Verão, e voces?
Aqui fica a sugestão de mais um brinquedo para nós que pode fazer toda a diferença, a dois..sem descoforto e com capacidade de ir connosco para o duche e tudo..
Há coisas fantásticas, não há? Ora vejam...da Braun.
1 de agosto de 2012
Brinquedos que podem mudar as suas férias,by Sensualemotion
Estas férias vamos acreditar que o desejo não o abandona, longe do stress e da monotonia, as férias são um momento privilegiado para se aproximar da sua cara metade. Por isso se já está de férias ou a pensar nisso, não se esqueça de levar um aperitivo especial...Tudo à distancia de um CLICK
A Sensual Emotion é uma marca de Moda, Lifestyle e sensualidade, sexy e chic, que enaltece a intimidade e inspira a imaginação romântica. Prazer e realização são sinónimo de bem-estar. As suas colecções de produtos definem uma nova categoria que potenciam a exploração da fantasia e a comunicação do desejo...
A Sensual Emotion é uma marca de Moda, Lifestyle e sensualidade, sexy e chic, que enaltece a intimidade e inspira a imaginação romântica. Prazer e realização são sinónimo de bem-estar. As suas colecções de produtos definem uma nova categoria que potenciam a exploração da fantasia e a comunicação do desejo...
Sugestão de leitura para os mais novos: Bebé Bigodes
Para iniciar uma conversa muitas vezes temida... Será que eles sabem como se fazem os bebés? Da OQO editora o livro Bébé Bigodes é uma história divertida que promete ser um quebra gelo para "aquela conversa" que tem adiado...
"Uma velha muito velha e um velho muito velho queriam ter um bebé, mas não sabiam como fazê-lo. Depois de inúmeras tentativas, de experimentar diversas fórmulas e até de pedir a colaboração aos reis e às cegonhas, chegaram a uma conclusão: fazer um filho é complicado. Um dia, a velhinha teve uma ideia…"
Com agudo sentido de humor e profusão de pormenores, esta versão livre de um conto tradicional mongol brinca com a questão “De onde vêm os bebés?” e aborda paralelamente o tema da idade e da procriação, um assunto pouco tocado na literatura infantil.
Imersos numa cultura onde parece que dos idosos nada mais se pode esperar, a história não está desprovida de outras leituras apoiadas pela imagem.
Bebé Bigodes reserva-nos um belo final que acende uma luz sobre a possibilidade da renovação das relações, viver intensamente assumindo a velhice como um privilégio e reivindicar o direito ao amor e ao prazer em qualquer altura da vida. Para além das alterações fisiológicas, a palavra, os sentimentos e o desejo podem permanecer intactos ao longo dos anos."
Uma história para desfrutar em qualquer idade.
Texto de Patacrúa, a partir de um conto popular mongol
Ilustrações de Alessandra Cimatoribus
Tradução Dora Batalim Sottomayor
Informação retirada daqui
"Uma velha muito velha e um velho muito velho queriam ter um bebé, mas não sabiam como fazê-lo. Depois de inúmeras tentativas, de experimentar diversas fórmulas e até de pedir a colaboração aos reis e às cegonhas, chegaram a uma conclusão: fazer um filho é complicado. Um dia, a velhinha teve uma ideia…"
Com agudo sentido de humor e profusão de pormenores, esta versão livre de um conto tradicional mongol brinca com a questão “De onde vêm os bebés?” e aborda paralelamente o tema da idade e da procriação, um assunto pouco tocado na literatura infantil.
Imersos numa cultura onde parece que dos idosos nada mais se pode esperar, a história não está desprovida de outras leituras apoiadas pela imagem.
Bebé Bigodes reserva-nos um belo final que acende uma luz sobre a possibilidade da renovação das relações, viver intensamente assumindo a velhice como um privilégio e reivindicar o direito ao amor e ao prazer em qualquer altura da vida. Para além das alterações fisiológicas, a palavra, os sentimentos e o desejo podem permanecer intactos ao longo dos anos."
Uma história para desfrutar em qualquer idade.
Texto de Patacrúa, a partir de um conto popular mongol
Ilustrações de Alessandra Cimatoribus
Tradução Dora Batalim Sottomayor
Informação retirada daqui
Já fez o teste da SIDA, ou é daqueles que acha que só acontece aos outros?
"O apresentador de televisão e locutor de rádio Fernando Alvim é o novo embaixador do Movimento É MELHOR SABER.
Para saber mais sobre o MOVIMENTO
O apresentador espera assim ajudar a divulgar o Movimento e aproximá-lo da sociedade, sobretudo dos jovens, passando a mensagem de prevenção do VIH através do diagnóstico precoce.
«Nunca gostei de ser o último a saber, gosto de ser sempre o primeiro! E ainda hoje fazer o teste do VIH/ Sida é um tabu, quando não tem que ser. Foi por isso que me juntei ao É Melhor Saber, para chamar a atenção para o diagnóstico precoce do VIH/ SIDA», afirma Fernando Alvim."
(informação retirada daqui: http://www.lux.iol.pt)
"No ano passado há registo em Portugal de 303 diagnósticos de sida mas os dados ainda não permitem uma avaliação final. Todos os anos são somados novos casos aos primeiros balanços e, no passado recente, a diferença chega a ser de 50%.
À semelhança do que acontece todos os anos, o Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA) publicou ontem o ponto de situação do VIH/Sida em Portugal a 31 de Dezembro de 2011. Os dados agora revelados mostram que ao longo do ano passado ainda foram notificados 123 casos de sida diagnosticados em 2010, o que aumenta o total de casos desse ano de 350 (no último relatório) para 447.
Este tratamento estatístico não é novo, mas é algo que o director do Programa Nacional para a Infecção VIH/Sida pretende afinar, até para poderem ser estabelecidas metas quantitativas para os objectivos já estabelecidos até 2016: diminuir em 50% o número de novos casos de sida, bem como as mortes. Pretende-se ainda reduzir o número de infecções por VIH em 25%. Por este motivo, não é possível para já perceber se 2011 é o ano com menos diagnósticos de sida de que há registo, como indiciam as novas tabelas. A comparação da informação para os anos 2008, 2009 e 2010 nos últimos relatórios permite constatar que a diferença nos balanços tem superado mais de uma centena de casos. Em 2008, ano sobre o qual já há informação em quatro relatórios distintos, a diferença face aos primeiros dados reportados (em 2009) é de 208 casos de sida, tendo o total atingido entretanto 595 casos e não 387 como indicava o primeiro relatório desse ano (um aumento de 53%).
Num balanço para as categorias de transmissão do vírus para os casos de sida verifica-se desde 2002 que é na categoria dos heterossexuais que mais tem aumentado a proporção de casos, de 42% nesse ano para 63% no ano passado. O peso da categoria de transmissão homossexual também tem aumentado, depois de um período de maior estabilidade até 2007. Subiu desde então de 8,3% para 16,5%. Paralelamente tem vindo a cair o peso do grupo dos toxicodependentes, de 48% em 2002 para 17,5% do total em 2011.
Ao longo de 2011 o INSA recebeu notificações de 1962 casos de infecção por VIH nos diferentes estádios, sendo que mais de metade (1151) são assintomáticos. Destas, apenas 986 notificações dizem respeito a infecções diagnosticadas no ano passado, nas quais há 303 casos de sida e a maioria são casos assintomáticos. Em 2010 tinham sido notificadas 2325 infecções, 1020 diagnosticadas nesse ano.
Segundo os novos dados, 2011 terá sido o segundo ano consecutivo sem diagnósticos de sida em bebés, por transmissão materna do vírus. Desde que há registos (1983) foram diagnosticados 173 infecções por VIH em crianças dos 0 aos 11 meses, entre as quais 51 casos de sida.
No final de 2011 estavam notificadas no país 41 mil infecções. Os casos de transmissão heterossexual representam a maior fatia, 42,9%. Estima-se ainda assim entre os homens que têm sexo com homens a prevalência do VIH esteja entre os 7,7% e os 10,2%. Na população total é inferior a 1%."
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