Critica-se a educação sexual nas escolas, como se o objetivo fosse o incentivo à prática sexual mas depois, muitas vezes lá em casa, aplaudimos quando as crianças dançam de forma libidinosa, incentivamos à vaidade, ensinando que o corpo tem o poder de tudo conseguir...
Para pensarmos...
"A infância preservada e cuidada é a base para uma vida adulta saudável. Por meio do brincar, a criança aprende e exercita sua criatividade,expressa seus talentos inatos e vai constituindo sua personalidade de um modo lúdico e prazeroso. Ao ingressar prematuramente no mundo adulto, com o corpo e a mente ainda em formação, a criança, ou mesmo o pré-adolescente, não tem estrutura física e psicológica formada para defender seus direitos, controlar seus impulsos, reivindicar respeito e, muito menos, identificar em si um desejo genuíno de relacionar-se sexualmente.
Portanto, ao induzir as crianças a desejarem o que nem sabem se desejariam e a adotarem valores distorcidos e artificiais, a publicidade atropela a infância, contribuindo para mudanças no curso natural do desenvolvimento infantil.
A erotização precoce compromete a formação da criança e do adulto que ela será .
A exploração sexual infantil, a gravidez precoce, a violência, o mercantilismo sexual e a perda da autoestima são alguns dos retornos negativos que os altos investimentos da publicidade que explora a erotização na infância podem causar.
Em decorrência disso, o que se pode constatar, frequentemente, é que dentro de mulheres aparentemente adultas, escondem-se, na verdade, crianças fragilizadas, posando de experientes e expostas a toda sorte de riscos.
A mesma instabilidade ocorre com os adultos do sexo masculino. Longe de poderem assumir responsabilidades, baseiam sua conduta pela insensibilidade aprendida nos sites eróticos, nas novelas, nos jogos violentos, nos filmes e series e no isolamento afetivo a que esses tipos de conteúdo mediático conduzem.
A criança deve ser ajudada a controlar seus impulsos de ordem sexual.
Segundo a teoria psicanalítica, a maioria das crianças, por volta dos seis anos, entra em uma fase denominada latência, que corresponde ao período entre a segunda infância e a adolescência.
Ocorrendo em boa hora, essa fase oculta, temporariamente, um desejo que a criança ainda não está apta a compreender e administrar devido à imaturidade de sua estrutura física e mental. E é nesse período que a criança canaliza a produção da energia sexual para sua socializaçãoe aprendizagem, além de ser tempo para o alcance de sua maturidade genital e para a construção das barreiras psíquicas que a ajudarão, mais tarde, a conter e administrar o instinto sexual. Porém, essa fase de latência é como um sono leve, do qual a criança pode ser despertada precocemente caso seja exposta a mensagens inadequadas à sua idade. É por isso que os estímulos de cunho erótico antes da consolidação desse processo podem ser responsáveis por muitos distúrbios.
Atropelar a infância é uma violência
Antes do advento das bonecas, que são representações de mulheres com corpos adultos, as bonecas com que as meninas brincavam eram seus “bebês”. Era com elas que imitavam as mães, compreendiam seus próprios sentimentos e se preparavam, de maneira lúdica e imaginativa, para se tornarem mulheres e mães um dia. Ou seja, a brincadeira era de maternagem com bebês. Mas, agora, a boneca-padrão é uma mulher sensual, de corpo extremamente magro e bem-sucedida em tudo, que já vem até com marido. Além de ditar um modelo pronto para a criança, isso a incita a abandonar o mundo imaginativo e criativo em que vive para entrar, o mais rápido possível, no insaciável mundo do consumismo. De um momento para outro, a pequena pula das fraldas para aroupinha sensual da dançarina famosa ou para a sandalinha de salto com a marca da top model, transformando-se em um espetáculo bizarro diante da própria família que, sem perceber o perigo, estimula a criança a se expor com sensualidade.
O ingresso no mundo adulto deve e precisa acontecer no seu tempo
A maioria das crianças procura meios de garantir sua sobrevivência física e emocional. Por isso, ela faz o
possível para agradar àqueles de quem depende. Isso devido, principalmente, à dependência natural que a criança tem dos exemplos adultos. É a chamada fase da heteronomia moral e intelectual.
Assim, na maioria das vezes, os aplausos dos adultos aos comportamentos precoces indicam que o desejo deles é vê-las adultas o quanto antes. A publicidade faz exatamente isso ao oferecer às crianças produtos, serviços ou ideias incompatíveis com sua idade. Tal adiantamento da fase adulta desvaloriza a infância, além de convencer as crianças de que seus atributos físicos e trejeitos sensuais podem ajudá-las a obter o que desejam. Por que uma garotinha de quatro, cinco anos necessita de um batom ou, ainda, de uma sandália de salto alto, algo que, certamente, contraria não só a infância, mas sua própria anatomia em formação? Não há por que se queimar uma etapa tão rica da vida, sendo que a infância só acontece uma vez."
Retirado do manual "Porque a Publicidade faz mal às crianças"?, ALANA
Fotografia retirada daqui
5 de novembro de 2012
25 de setembro de 2012
Participação nas I JORNADAS DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO
Foi com grande satisfação que recebi o convite da comissão organizadora para estar presente como oradora nestas que serão as I JORNADAS DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO.
A minha comunicação abordará o tema da minha dissertação onde divulgarei os resultados do estudo.
"Estilos de masturbação Feminina e Orgasmo no Coito", dia 5 de Outubro pelas 14:00.
Para conhecerem o programa aqui fica o link.
17 de setembro de 2012
FINAL FELIZ regresso ao CURTO CIRCUITO
Regresso, FINALMENTE! A minha rubrica Final Feliz está de volta!
Agora de 15 e 15 dias estarei em direto na SIC RADICAL, no programa CURTO CIRCUITO!
Sexo: os portugueses falam muito, mas fazem pouco REPORTAGEM EXPRESSO
O Expresso publica na Revista de sábado, 15, os primeiros resultados do maior inquérito na imprensa nacional ao sexo dos portugueses. Para começar: não praticam muito nem são muito criativos. Mas estão satisfeitos.
Sabia que os algarvios são quem tem mais desejo sexual e quem melhor avalia o seu desempenho e o dos seus parceiros? Que os sportinguistas são os que revelam menos vontade de ter sexo, por contraste com os portistas? Que quem fuma, e também quem bebe, tem uma vida sexual mais ativa do que quem prefere manter-se longe dos vícios? E imaginava que 35% dos portugueses que se consideram politicamente de direita não tiveram sexo no último ano? Se cora só de imaginar dois corpos entrelaçados, prepare-se: vamos falar de sexo. Hoje, na Revista, analisamos os primeiros resultados do extenso inquérito realizado pelo Expresso sobre a vida sexual dos portugueses. Como são afinal na cama (e fora dela)? As respostas surpreendem em muitos casos, preocupam noutros, denunciam, por vezes, curiosidades regionais ou até clubísticas, mas confirmam uma realidade: apesar da revolução sexual ocorrida nas últimas décadas, que aproximou os comportamentos dos homens e das mulheres, subsistem ainda importantes diferenças de género na hora dos portugueses se entregarem ao prazer.
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Sabia que os algarvios são quem tem mais desejo sexual e quem melhor avalia o seu desempenho e o dos seus parceiros? Que os sportinguistas são os que revelam menos vontade de ter sexo, por contraste com os portistas? Que quem fuma, e também quem bebe, tem uma vida sexual mais ativa do que quem prefere manter-se longe dos vícios? E imaginava que 35% dos portugueses que se consideram politicamente de direita não tiveram sexo no último ano? Se cora só de imaginar dois corpos entrelaçados, prepare-se: vamos falar de sexo. Hoje, na Revista, analisamos os primeiros resultados do extenso inquérito realizado pelo Expresso sobre a vida sexual dos portugueses. Como são afinal na cama (e fora dela)? As respostas surpreendem em muitos casos, preocupam noutros, denunciam, por vezes, curiosidades regionais ou até clubísticas, mas confirmam uma realidade: apesar da revolução sexual ocorrida nas últimas décadas, que aproximou os comportamentos dos homens e das mulheres, subsistem ainda importantes diferenças de género na hora dos portugueses se entregarem ao prazer.
Um inquérito inédito
Para a elaboração das 100 perguntas do inquérito foi pedida a colaboração de quatro especialistas: o psiquiatra Júlio Machado Vaz, a psicóloga Ana Carvalheira, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica, e os sociólogos Pedro Moura Ferreira e Sofia Aboim, do Instituto de Ciências Socais (ICS) da Universidade de Lisboa - estes dois últimos participaram em 2007 num grande inquérito sobre o comportamento sexual dos portugueses. Cada um dos quatro consultores reviu o esboço inicial do questionário, preparado pela equipa da Revista e pela empresa de estudos de mercado GfK, sugeriu retificações, propôs a inclusão de novas perguntas e colaborou na interpretação dos resultados.
O inquérito foi estruturado em quatro grandes áreas. A primeira, que dissecamos nesta edição, mais centrada na prática sexual, em termos de frequência, iniciação, número de parceiros, satisfação, desempenho e orientação sexual, etc. A segunda (dia 22) relaciona a sexualidade com a saúde e o bem-estar do indivíduo, e propõe uma incursão no mundo das fantasias eróticas. A terceira parte aborda o fenómeno da infidelidade (dia 29) e a quarta as intrincadas relações entre o sexo e a internet (dia 5 de outubro).
O inquérito foi realizado pela GfK a uma amostra representativa da população portuguesa. Foram inquiridos 1220 indivíduos com 18 anos ou mais, residentes em Portugal continental. Além das 100 questões sobre a vida sexual, foram colocadas outras que permitiram traçar o perfil dos inquiridos segundo diversos indicadores demográficos (sexo, idade, região, estatuto social); elementos de caracterização como a orientação sexual; e outros elementos como o consumo de bebidas alcoólicas, hábitos tabágicos ou orientação política. A informação foi recolhida através de um questionário de autopreenchimento, depositado numa urna fechada. Os trabalhos de campo decorreram entre os dias 10 e 21 de agosto, com recolha entre as 18 e as 21h durante a semana, e durante todo o dia nos fins de semana. A taxa de participação foi de 56,2%.
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4 de setembro de 2012
O amor eternizado em vácuo?
Estranho não é? Hoje no PUBLICO:
"Umas enormes bolsas de vácuo (100 por 150 centímetros), um casal e um aspirador para sugar o ar. Haruhiko Kawaguchi não precisou de mais do que isso para compor cada uma das imagens. Mas que fique por aqui a ideia de simplicidade do trabalho do fotógrafo japonês. Flesh Love é um hino ao amor. Ao amor carnal, fresco, eterno ao menos enquanto dura. Porque, acredita Kawaguchi, ainda que termine há sempre algo que fica e se eterniza. Com a ajuda da própria namorada, Katherine Kane, usou o seu apartamento em Tóquio para fotografar. Garantem que ninguém gritou ou tentou morder o papel, desesperado por estar envolvido em plástico (e sem conseguir respirar, portanto). Mas entre os 80 casais que aceitaram ser fotografados houve alguns (pequenos) acidentes; e muitos momentos de angústia (ver o vídeo do Der Spiegel, que mostra um dos casais a ser fotografado, é, por si só, angustiante). Pelo sim pelo não, mesmo ao lado do cenário, havia uma garrafa de oxigénio pronta a entrar em acção."
Por favor, nada de experimentações caseiras!
descobrir mais aqui
original aqui
"Umas enormes bolsas de vácuo (100 por 150 centímetros), um casal e um aspirador para sugar o ar. Haruhiko Kawaguchi não precisou de mais do que isso para compor cada uma das imagens. Mas que fique por aqui a ideia de simplicidade do trabalho do fotógrafo japonês. Flesh Love é um hino ao amor. Ao amor carnal, fresco, eterno ao menos enquanto dura. Porque, acredita Kawaguchi, ainda que termine há sempre algo que fica e se eterniza. Com a ajuda da própria namorada, Katherine Kane, usou o seu apartamento em Tóquio para fotografar. Garantem que ninguém gritou ou tentou morder o papel, desesperado por estar envolvido em plástico (e sem conseguir respirar, portanto). Mas entre os 80 casais que aceitaram ser fotografados houve alguns (pequenos) acidentes; e muitos momentos de angústia (ver o vídeo do Der Spiegel, que mostra um dos casais a ser fotografado, é, por si só, angustiante). Pelo sim pelo não, mesmo ao lado do cenário, havia uma garrafa de oxigénio pronta a entrar em acção."
Por favor, nada de experimentações caseiras!
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3 de setembro de 2012
Sexo, ou a falta dele...
"Procurar regras para o desejo sexual parece ser uma busca inútil”, acredita a antropóloga Mirian Goldenberg. Refletir sobre o assunto, no entanto, é vital para manter os relacionamentos.
Não é à toa que amontoam nas prateleiras livros e compêndios. Entre regras rasteiras e estudos sérios, há certezas inabaláveis. Uma delas é que, inevitavelmente, o sexo no casamento passa por transformações. Sejam elas provocadas pela chegada dos filhos, por problemas financeiros, desemprego de um dos cônjuges ou por razões biológicas — sim, as hormonas ditam mudanças no corpo e interferem na libido. “O que geralmente ocorre é que o stress do dia a dia e as várias atribuições pessoais distanciam as pessoas automaticamente umas das outras”, descreve a sexóloga Rosenilda Moura da Silva, sócia-fundadora da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, terapeuta sexual há mais de 25 anos. Nesse contexto, a redução na frequência sexual é um dos sintomas observados, embora não seja o único.
No semestre passado, o jornal britânico The Guardian publicou uma pesquisa realizada no Reino Unido sobre a vida sexual de solteiros e casados. Apesar de a maioria considerar o sexo com um parceiro estável melhor que o sexo casual, 39% disseram que a vida íntima no casamento não estava lá essas coisas. Essa porcentagem é ainda maior quando os entrevistados revelam o tempo do relacionamento. A pesquisa The Sex Census 2012 se restringiu aos ingleses, mas o problema não é exclusivo deles.
No Brasil, a mais abrangente pesquisa sobre a vida sexual dos brasileiros, a Mosaico Brasil, foi realizada em 2008 pelo ProSex, programa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Coordenada pela psiquiatra Carmita Abdo, a pesquisa avaliou mais de 8 mil e 200 participantes — 51,1% homens e 48,9% mulheres — entre 18 e 80 anos, distribuídos por 10 capitais, incluindo Brasília.
Segundo o levantamento, 94% dos homens e das mulheres consideram o sexo importantíssimo para a harmonia do casal. No entanto, 35% dos homens e 33% das mulheres confirmam que um relacionamento de longa data, se acomodado, interfere negativamente no sexo. Afinal de contas, a vida sexual dos casados está com os dias contados depois dos primeiros anos da promessa de “felizes para sempre”? Não necessariamente.
Para especialistas, o sexo pode mudar de qualidade e intensidade a qualquer momento da relação. Para entender melhor essa dinâmica e conseguir espantar o gelo na cama, é preciso considerar alguns fatores. São eles: 1) homens e mulheres pensam o sexo de maneira diferente; 2) fatores que transformam a rotina do casal, como a chegada dos filhos e as dificuldades financeiras, interferem sim na vida sexual; 3) dialogar sobre sexo não é trocar ideias sobre o assunto numa mesa de bar ao lado de amigos, apesar de este também ser um canal de conversas; 4) conhecer se a si próprio e entender o relógio biológico ajuda a vencer as dificuldades nessa seara."
Noticia retirada da edição nº379 da Revista do Correio.
Não é à toa que amontoam nas prateleiras livros e compêndios. Entre regras rasteiras e estudos sérios, há certezas inabaláveis. Uma delas é que, inevitavelmente, o sexo no casamento passa por transformações. Sejam elas provocadas pela chegada dos filhos, por problemas financeiros, desemprego de um dos cônjuges ou por razões biológicas — sim, as hormonas ditam mudanças no corpo e interferem na libido. “O que geralmente ocorre é que o stress do dia a dia e as várias atribuições pessoais distanciam as pessoas automaticamente umas das outras”, descreve a sexóloga Rosenilda Moura da Silva, sócia-fundadora da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, terapeuta sexual há mais de 25 anos. Nesse contexto, a redução na frequência sexual é um dos sintomas observados, embora não seja o único.
No semestre passado, o jornal britânico The Guardian publicou uma pesquisa realizada no Reino Unido sobre a vida sexual de solteiros e casados. Apesar de a maioria considerar o sexo com um parceiro estável melhor que o sexo casual, 39% disseram que a vida íntima no casamento não estava lá essas coisas. Essa porcentagem é ainda maior quando os entrevistados revelam o tempo do relacionamento. A pesquisa The Sex Census 2012 se restringiu aos ingleses, mas o problema não é exclusivo deles.
No Brasil, a mais abrangente pesquisa sobre a vida sexual dos brasileiros, a Mosaico Brasil, foi realizada em 2008 pelo ProSex, programa do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Coordenada pela psiquiatra Carmita Abdo, a pesquisa avaliou mais de 8 mil e 200 participantes — 51,1% homens e 48,9% mulheres — entre 18 e 80 anos, distribuídos por 10 capitais, incluindo Brasília.
Segundo o levantamento, 94% dos homens e das mulheres consideram o sexo importantíssimo para a harmonia do casal. No entanto, 35% dos homens e 33% das mulheres confirmam que um relacionamento de longa data, se acomodado, interfere negativamente no sexo. Afinal de contas, a vida sexual dos casados está com os dias contados depois dos primeiros anos da promessa de “felizes para sempre”? Não necessariamente.
Para especialistas, o sexo pode mudar de qualidade e intensidade a qualquer momento da relação. Para entender melhor essa dinâmica e conseguir espantar o gelo na cama, é preciso considerar alguns fatores. São eles: 1) homens e mulheres pensam o sexo de maneira diferente; 2) fatores que transformam a rotina do casal, como a chegada dos filhos e as dificuldades financeiras, interferem sim na vida sexual; 3) dialogar sobre sexo não é trocar ideias sobre o assunto numa mesa de bar ao lado de amigos, apesar de este também ser um canal de conversas; 4) conhecer se a si próprio e entender o relógio biológico ajuda a vencer as dificuldades nessa seara."
Noticia retirada da edição nº379 da Revista do Correio.
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