3 de janeiro de 2013

Ano Novo, vida nova...


A maior parte das pessoas prometeu nos últimos 12 segundos de 2012,mudar algo na sua vida. Entre muitos desejos muitas assumiram que a sua intimidade precisa de uma oportunidade, de um novo fôlego ou até de um novo destino.

Num ano que todos apostam ser difícil, procurar a união e a força no outro é fundamental e se queremos ter uma vida sexual satisfatória em 2013 não podemos esquecer que reforçar a intimidade deve ser uma prioridade assim como a resolução de dificuldades e problemas...

As resoluções para 2013, foram o motivo para o convite para o Programa Você na TV...Aqui fica o video
Participação Programa Você na TV, 2 de Janeiro de 2013

Bom Ano!
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5 de novembro de 2012

CONSUMISMO INFANTIL, O Perigo da Erotização precoce (ALANA)

Critica-se a educação sexual nas escolas, como se o objetivo fosse o incentivo à prática sexual mas depois, muitas vezes lá em casa, aplaudimos quando as crianças dançam de forma libidinosa, incentivamos à vaidade, ensinando que o corpo tem o poder de tudo conseguir...

Para pensarmos...


"A infância preservada e cuidada é a base para uma vida adulta saudável. Por meio do brincar, a criança aprende e exercita sua criatividade,expressa seus talentos inatos e vai constituindo sua personalidade de um modo lúdico e prazeroso. Ao ingressar prematuramente no mundo adulto, com o corpo e a mente ainda em formação, a criança, ou mesmo o pré-adolescente, não tem estrutura física e psicológica formada para defender seus direitos, controlar seus impulsos, reivindicar respeito e, muito menos, identificar em si um desejo genuíno de relacionar-se sexualmente.
Portanto, ao induzir as crianças a desejarem o que nem sabem se desejariam e a adotarem valores distorcidos e artificiais, a publicidade atropela a infância, contribuindo para mudanças no curso natural do desenvolvimento infantil.

A erotização precoce compromete a formação da criança e do adulto que ela será . A exploração sexual infantil, a gravidez precoce, a violência, o mercantilismo sexual e a perda da autoestima são alguns dos retornos negativos que os altos investimentos da publicidade que explora a erotização na infância podem causar.   Em decorrência disso, o que se pode constatar, frequentemente, é que dentro de mulheres aparentemente adultas, escondem-se, na verdade, crianças fragilizadas, posando de experientes e expostas a toda sorte de riscos. A mesma instabilidade ocorre com os adultos do sexo masculino. Longe de poderem assumir responsabilidades, baseiam sua conduta pela insensibilidade aprendida nos sites eróticos, nas novelas, nos jogos violentos, nos filmes e series e no isolamento afetivo a que esses tipos de conteúdo mediático conduzem.

A criança deve ser ajudada a controlar seus impulsos de ordem sexual.

Segundo a teoria psicanalítica, a maioria das crianças, por volta dos seis anos, entra em uma fase denominada latência, que corresponde ao período entre a segunda infância e a adolescência.

Ocorrendo em boa hora, essa fase oculta, temporariamente, um desejo que a criança ainda não está apta a compreender e administrar devido à imaturidade de sua estrutura física e mental. E é nesse período que a criança canaliza a produção da energia sexual para sua socializaçãoe aprendizagem, além de ser tempo para o alcance de sua maturidade genital e para a construção das barreiras psíquicas que a ajudarão, mais tarde, a conter e administrar o instinto sexual. Porém, essa fase de latência é como um sono leve, do qual a criança pode ser despertada precocemente caso seja exposta a mensagens inadequadas à sua idade. É por isso que os estímulos de cunho erótico antes da consolidação desse processo podem ser responsáveis por muitos distúrbios.

Atropelar a infância é uma violência


Antes do advento das bonecas, que são representações de mulheres com corpos adultos, as bonecas com que as meninas brincavam eram seus “bebês”. Era com elas que imitavam as mães, compreendiam seus próprios sentimentos e se preparavam, de maneira lúdica e imaginativa, para se tornarem mulheres e mães um dia. Ou seja, a brincadeira era de maternagem com bebês. Mas, agora, a boneca-padrão é uma mulher sensual, de corpo extremamente magro e bem-sucedida em tudo, que já vem até com marido. Além de ditar um modelo pronto para a criança, isso a incita a abandonar o mundo imaginativo e criativo em que vive para entrar, o mais rápido possível, no insaciável mundo do consumismo. De um momento para outro, a pequena pula das fraldas para aroupinha sensual da dançarina famosa ou para a sandalinha de salto com a marca da top model, transformando-se em um espetáculo bizarro diante da própria família que, sem perceber o perigo, estimula a criança a se expor com sensualidade.

O ingresso no mundo adulto deve e precisa acontecer no seu tempo

A maioria das crianças procura meios de garantir sua sobrevivência física e emocional. Por isso, ela faz o
possível para agradar àqueles de quem depende. Isso devido, principalmente, à dependência natural que a criança tem dos exemplos adultos. É a chamada fase da heteronomia moral e intelectual.

Assim, na maioria das vezes, os aplausos dos adultos aos comportamentos precoces indicam que o desejo deles é vê-las adultas o quanto antes. A publicidade faz exatamente isso ao oferecer às crianças produtos, serviços ou ideias incompatíveis com sua idade. Tal adiantamento da fase adulta desvaloriza a infância, além de convencer as crianças de que seus atributos físicos e trejeitos sensuais podem ajudá-las a obter o que desejam. Por que uma garotinha de quatro, cinco anos necessita de um batom ou, ainda, de uma sandália de salto alto, algo que, certamente, contraria não só a infância, mas sua própria anatomia em formação? Não há por que se queimar uma etapa tão rica da vida, sendo que a infância só acontece uma vez."

Retirado do manual "Porque a Publicidade faz mal às crianças"?, ALANA
Fotografia retirada daqui

25 de setembro de 2012

Participação nas I JORNADAS DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO




Foi com grande satisfação que recebi o convite da comissão organizadora para estar presente como oradora nestas que serão as I JORNADAS DE PSICOLOGIA DA UNIVERSIDADE DE AVEIRO.

A minha comunicação abordará o tema da minha dissertação onde divulgarei os resultados do estudo.

"Estilos de masturbação Feminina e Orgasmo no Coito", dia 5 de Outubro pelas 14:00.

Para conhecerem o programa aqui fica o link.

NOVO DESAFIO: MUNDO UNIVERSITÁRIO

Agora também me podem ler, aqui! De 15 em 15 dias no MUNDO UNIVERSITÁRIO.


17 de setembro de 2012

FINAL FELIZ regresso ao CURTO CIRCUITO


Regresso, FINALMENTE! A minha rubrica Final Feliz está de volta!

Agora de 15 e 15 dias estarei em direto na SIC RADICAL, no programa CURTO CIRCUITO!



Sexo: os portugueses falam muito, mas fazem pouco REPORTAGEM EXPRESSO

Expresso publica na Revista de sábado, 15, os primeiros resultados do maior inquérito na imprensa nacional ao sexo dos portugueses. Para começar: não praticam muito nem são muito criativos. Mas estão satisfeitos.








Sabia que os algarvios são quem tem mais desejo sexual e quem melhor avalia o seu desempenho e o dos seus parceiros? Que os sportinguistas são os que revelam menos vontade de ter sexo, por contraste com os portistas? Que quem fuma, e também quem bebe, tem uma vida sexual mais ativa do que quem prefere manter-se longe dos vícios? E imaginava que 35% dos portugueses que se consideram politicamente de direita não tiveram sexo no último ano? Se cora só de imaginar dois corpos entrelaçados, prepare-se: vamos falar de sexo. Hoje, na Revista, analisamos os primeiros resultados do extenso inquérito realizado pelo Expresso sobre a vida sexual dos portugueses. Como são afinal na cama (e fora dela)? As respostas surpreendem em muitos casos, preocupam noutros, denunciam, por vezes, curiosidades regionais ou até clubísticas, mas confirmam uma realidade: apesar da revolução sexual ocorrida nas últimas décadas, que aproximou os comportamentos dos homens e das mulheres, subsistem ainda importantes diferenças de género na hora dos portugueses se entregarem ao prazer.



Um inquérito inédito
Para a elaboração das 100 perguntas do inquérito foi pedida a colaboração de quatro especialistas: o psiquiatra Júlio Machado Vaz, a psicóloga Ana Carvalheira, presidente da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica, e os sociólogos Pedro Moura Ferreira e Sofia Aboim, do Instituto de Ciências Socais (ICS) da Universidade de Lisboa - estes dois últimos participaram em 2007 num grande inquérito sobre o comportamento sexual dos portugueses. Cada um dos quatro consultores reviu o esboço inicial do questionário, preparado pela equipa da Revista e pela empresa de estudos de mercado GfK, sugeriu retificações, propôs a inclusão de novas perguntas e colaborou na interpretação dos resultados.
O inquérito foi estruturado em quatro grandes áreas. A primeira, que dissecamos nesta edição, mais centrada na prática sexual, em termos de frequência, iniciação, número de parceiros, satisfação, desempenho e orientação sexual, etc. A segunda (dia 22) relaciona a sexualidade com a saúde e o bem-estar do indivíduo, e propõe uma incursão no mundo das fantasias eróticas. A terceira parte aborda o fenómeno da infidelidade (dia 29) e a quarta as intrincadas relações entre o sexo e a internet (dia 5 de outubro).
O inquérito foi realizado pela GfK a uma amostra representativa da população portuguesa. Foram inquiridos 1220 indivíduos com 18 anos ou mais, residentes em Portugal continental. Além das 100 questões sobre a vida sexual, foram colocadas outras que permitiram traçar o perfil dos inquiridos segundo diversos indicadores demográficos (sexo, idade, região, estatuto social); elementos de caracterização como a orientação sexual; e outros elementos como o consumo de bebidas alcoólicas, hábitos tabágicos ou orientação política. A informação foi recolhida através de um questionário de autopreenchimento, depositado numa urna fechada. Os trabalhos de campo decorreram entre os dias 10 e 21 de agosto, com recolha entre as 18 e as 21h durante a semana, e durante todo o dia nos fins de semana. A taxa de participação foi de 56,2%.


Ler mais: 

4 de setembro de 2012

O amor eternizado em vácuo?

Estranho não é? Hoje no PUBLICO:



"Umas enormes bolsas de vácuo (100 por 150 centímetros), um casal e um aspirador para sugar o ar. Haruhiko Kawaguchi não precisou de mais do que isso para compor cada uma das imagens. Mas que fique por aqui a ideia de simplicidade do trabalho do fotógrafo japonês. Flesh Love é um hino ao amor. Ao amor carnal, fresco, eterno ao menos enquanto dura. Porque, acredita Kawaguchi, ainda que termine há sempre algo que fica e se eterniza. Com a ajuda da própria namorada, Katherine Kane, usou o seu apartamento em Tóquio para fotografar. Garantem que ninguém gritou ou tentou morder o papel, desesperado por estar envolvido em plástico (e sem conseguir respirar, portanto). Mas entre os 80 casais que aceitaram ser fotografados houve alguns (pequenos) acidentes; e muitos momentos de angústia (ver o vídeo do Der Spiegel, que mostra um dos casais a ser fotografado, é, por si só, angustiante). Pelo sim pelo não, mesmo ao lado do cenário, havia uma garrafa de oxigénio pronta a entrar em acção."

Por favor, nada de experimentações caseiras!


descobrir mais aqui
original aqui
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